Emissão NF-e

NF-e: o que você precisa saber na hora de escolher o novo emissor

admin : December 5, 2016 6:34 am : DANFE, Nota Fiscal Eletrônica, Notícias, Produtos e Soluções

Com o fim da solução gratuita oferecida pela Sefaz, PMEs precisam adotar outro software de mensageria para notas fiscais eletrônicas

Quando o relógio marcar o primeiro minuto de 2017, as resoluções de ano novo não serão as únicas a caírem no esquecimento: as soluções gratuitas emissoras de NF-e (nota fiscal eletrônica) de todos os estados brasileiros serão descontinuadas no próximo ano, com o fim das atualizações, suporte e novos downloads já desde 1º de janeiro. A mudança no cenário fiscal nacional exigirá que empreendedores que dependiam desses softwares escolham um novo sistema de emissão.

Disponíveis desde 2006, os softwares desenvolvidos pelas Sefaz (Secretarias da Fazenda) conquistavam a preferência de PMEs pela economia e simplicidade. Para Horacio Menin, sócio da Gosocket (www.gosocket.net), plataforma de emissão e recebimento de NF-e, cinco critérios ajudam a escolher um substituto à altura.

  1.  Gratuidade
    Um aspecto que ganha ainda mais importância frente ao contexto econômico brasileiro, a mudança no sistema emissor não deve gerar gastos extras para a empresa. Portanto, uma solução gratuita é a visada em um primeiro momento.
  2. Facilidade de uso
    Adotar uma solução que seja de uso simples e, de preferência, com interface semelhante à utilizada pelo sistema da Sefaz acelera o processo de adaptação. “Alterar o ambiente virtual onde é feita uma tarefa cotidiana da empresa pode gerar desperdício de tempo e estresse desnecessário da equipe”, avalia Menin.
  3. Disponibilidade
    A mudança pode trazer benefícios: uma das desvantagens dos softwares da Sefaz era a necessidade de serem instalados no computador, sujeitos a todo o tipo de falha física e eletrônica. "Nesse momento, uma boa ideia é buscar uma solução em nuvem", diz Menin. A Gosocket, por exemplo, utiliza a plataforma Azure, da Microsoft, que garante uma disponibilidade de 99,9% no sistema.
  4. Armazenagem
    Além de emitir as NF-e, algumas soluções também oferecem a capacidade de armazenar e disponibilizar em formato aberto (como XML) cada uma das notas – por exigência do Ministério da Fazenda, é necessário manter cópias dos documentos por cinco anos mais o ano corrente de emissão, no mínimo. "Há diversos modelos para isso. Na Gosocket, oferecemos entre seis meses e um ano de armazenagem gratuita, dependendo do volume de notas, benefício que pode ser estendido indefinidamente por um preço baixo", afirma Menin.
  5. Suporte
    Mesmo gratuito, o ideal é que o novo sistema emissor de NF-e ofereça canais de suporte. Na Gosocket há a opção de chat incorporado ao software para esclarecimento de dúvidas e orientações, assim como e-mail para chamados de suporte. Além disso, um bom manual é essencial, frisa o especialista.

Sobre a Gosocket

Solução gratuita de emissão e recebimento de NF-e. Criada no Chile, a Gosocket transforma as informações das notas fiscais em uma verdadeira linguagem interempresarial e permite a troca de dados B2B. Além da emissão das NF-e, a Gosocket oferece uma ampla gama de serviços no modelo freemium. www.gosocket.net.

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Preenchimento errado da Nota Fiscal Eletrônica pode causar problemas às empresas

admin : December 2, 2016 3:33 pm : DANFE, Dúvidas, Nota Fiscal Eletrônica, Notícias

Todo cuidado é pouco quando falamos de atividades que envolvam compra ou venda de produtos. Para comprovar formalmente essas transações, existe a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) e é importante que, ao preenchê-la, o emitente tenha cuidado e se atente aos detalhes. Um preenchimento errôneo e não corrigido pode dar muita dor de cabeça à empresa, como explica Elisandra Kelli, supervisora do Departamento Fiscal da JJA Assessoria Fisco Contábil: “A empresa pode ser autuada em uma eventual fiscalização. Caso haja algum dado incorreto, o cliente pode não aceitar a NF e a empresa poderá não conseguir realizar o cancelamento da mesma.”

Para esses casos existe a Carta de Correção. Um documento assinado eletronicamente para corrigir alguns erros após a emissão da NF-e e até 24 horas depois de sua emissão – prazo este estipulado por lei. O recurso só pode ser utilizado para corrigir falhas não relacionadas a dados cadastrais e valores, assegurando, portanto, a impossibilidade de fraude de notas fiscais. “Fica permitida a utilização de carta de correção para regularização de erro ocorrido na emissão de documento fiscal, desde que o erro não esteja relacionado a variáveis que determinam o valor de impostos tais como: base de cálculo, alíquota, diferença de preço, quantidade, valor da operação ou da prestação; a correção de dados cadastrais que implique mudança do remetente ou do destinatário ; a data de emissão ou de saída.”, explica Elisandra.

Além da utilizar a Carta de Correção, o emitente pode cancelar a NFe errada e emitir uma nova, desde que a mercadoria ainda não tenha circulado e isso ocorra em um prazo de 24 horas. Após esse período, não é mais possível realizar qualquer alteração na nota fiscal. Por esse motivo, o preenchimento inicial correto do documento é tão importante.

A supervisora ainda chama a atenção: “é igualmente necessário que quem receber uma nota realize uma revisão dos dados para que nada saia errado.”, conclui.

Fonte: Contabilidade na TV

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Montadora do ABC paulista usa formulários em Postscript para impressão de DANFES

admin : October 14, 2016 10:11 am : DANFE, Nota Fiscal Eletrônica, Produtos e Soluções

Para proporcionar maior segurança na impressão de DANFES a partir do mainframe IBM, a Ford implantou o sistema de impressão baseado em aplicações PostScript armazenadas nas impressoras. É um sistema robusto, seguro e de alta disponibilidade.

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Necessidade de imprimir DANFES geradas pelo sistema de faturamento, utilizando as aplicações existentes e com um mínimo de alterações na programação, já que são aplicações baseadas no mainframe IBM da matriz nos EUA.

Solução
Armazenamento dos formulários, desenvolvidos em PostScript, diretamente nas impressoras. Arquivos de dados TXT contendo somente as informações da DANFE são enviados do mainframe diretamente para as impressoras, que processam as informações e imprimem as DANFES em diversos pontos remotos nas fábricas e centros de distribuição.

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Benefícios
Maior flexibilidade na geração dos arquivos de impressão, já que não é necessária nenhuma alteração nos programas que geram as DANFES. Tudo é processado pelos formulários armazenados nas impressoras. Maior segurança porque os formulários são protegidos e só funcionam em impressoras pré-definidas pela Ford.

Para maiores informações, entre em contato conosco:

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Nota Fiscal Eletrônica Gratuita com suporte

admin : August 4, 2016 4:42 pm : DANFE, Nota Fiscal Eletrônica, Notícias

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O programa GoNF-e Move lhe permite configurar e emitir sua nota fiscal em minutos é 100% gratuito e seguro. Além disso disponibilizamos diversos benefícios adicionais, como:

  • Busca Automática de NF-e na SEFAZ.
  • Armazenamento de XMLs Recebidos.
  • Geração de MDe.
  • Catalogo eletrônico de produtos.
  • Pagamentos on line.
  • Usuarios ilimitados.
  • Multi empresas.
  • Disponível para computador e também smartphone nas versões iOS, Android e Windows Phone.

Acesse a www.gosocket.net.

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Fim do sistema gratuito de emissão de notas fiscais?

admin : July 19, 2016 11:44 pm : DANFE, Nota Fiscal Eletrônica, Notícias

A quem se aplica? Para empresas que utilizam o sistema do SEFAZ-SP para emissão de nota fiscal eletrônica (NFe) e conhecimento de transporte eletrônico (CTe).

A SEFAZ-SP, através de seu portal de notícias, informa que os aplicativos gratuitos de emissão de nota fiscal eletrônica (NFe) e de conhecimento de transporte eletrônico (CTe) serão descontinuados a partir de janeiro de 2017. O Emissor gratuito continuará a funcionar mas não sofrerá novas atualizações

O sistema funciona desde 2006 e atendeu diversas demandas ao longo de sua existência. Em justificativa, a SEFAZ-SP alega que hoje existem diversos sistemas que atendem a demanda de emissão destes documentos eletrônicos a preços acessíveis. Para os contribuintes a sensação é de que se trata de um corte de despesas do necessário ajuste fiscal do Estado.

Recomenda-se que a busca de um novo sistema para atender a emissão de documentos fiscais deve ser imediata, evitando assim o atropelamento e o alto volume de demanda que será gerado nos dias finais do ano.

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O que muda com o fim do emissor gratuito de NF-e e CT-e do SEFAZ SP?

admin : June 1, 2016 7:36 am : DANFE, Dúvidas, Nota Fiscal Eletrônica, Notícias

Empreendedores que emitem nota fiscal eletrônica em SP para contribuintes de todo o Brasil terão que buscar novas soluções para manter o controle fiscal. Recentemente, a Secretaria de Fazenda de São Paulo emitiu um comunicado informando que a partir de 17 janeiro de 2017 serão suspensos os aplicativos gratuitos para emissão da Nota Fiscal Eletrônica e do Conhecimento de Transporte Eletrônico. A medida surpreendeu muitos, pois, a princípio, somente o CT-e seria interrompido.

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De acordo com o portal da SEFAZ-SP, a descontinuação dos aplicativos têm relação com o comportamento da maioria das empresas que emitem nota fiscal eletrônica em SP. Para cumprir com suas obrigações fiscais, grande parte dos contribuintes recorrem a soluções próprias, incorporadas ou personalizadas a seus sistemas internos. O crescimento do mercado de softwares e serviços de TI foi um dos grandes responsáveis pela suspensão do aplicativo gratuito.

Oferecidos aos contribuintes desde 2006, os emissores gratuitos surgiram junto com a digitalização dos documentos fiscais e sua transmissão online. Porém, levantamentos apontaram que cerca de 92% das nf-e e 96% dos CT-e emitidos por empresas são gerados por emissores próprios.

O que muda com a descontinuação do emissor gratuito de nf-e e CT-e?
Muitos empresários veem com adversidade a medida e têm apenas alguns meses pela frente para encontrar uma saída prática e eficiente. A descontinuação do emissor gratuito significa que empresas precisarão inovar a gestão com softwares robustos.

O que pode parecer algo negativo na realidade é extremamente benéfico: as plataformas de gestão oferecem mais organização, acessibilidade e integração de atividades, além de não necessitarem de grandes investimentos.

Tudo isso significa economia de tempo e de recursos para gestores, otimizando a produtividade e, consequentemente, gerando resultados positivos. Ferramentas de gestão não só resolvem questões de emissão de nota fiscal eletrônica como também automatizam processos, geram relatórios mais precisos, melhoram o controle fiscal, dentre muitos outros benefícios.

E quem já possui o aplicativo instalado, como proceder?
Caso a sua empresa já tenha o aplicativo instalado, basta fazer uma migração para a solução escolhida (de preferência, que conte com recursos para exportação de dados) antes que a nova regra passe a ter validade. Usuários que tentarem realizar o download dos emissores de NF-e e CT-e receberão a informação sobre a descontinuidade do uso dos aplicativos gratuitos.

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Adequação às novas regras do ICMS exige mudança na NF-e

admin : March 23, 2016 11:39 am : DANFE, Dúvidas, Nota Fiscal Eletrônica, Notícias

FONTE: UOL

As empresas têm até 1° de abril para adequar os seus programas geradores de documentos fiscais ao Código Especificador da Substituição Tributária (Cest). Todos aqueles que emitem Nota Fiscal eletrônica (NF-e) ou Nota Fiscal ao Consumidor eletrônica (NFC-e) terão de criar campos em seus programas para receber o novo código. A exigência é trazida pelo Convênio ICMS 146/2015 do Confaz, que busca uniformizar a identificação das mercadorias sujeitas à sistemática da substituição tributária.

Quem não se adequar ao convênio até a data corre o risco de ser impedido de emitir as notas fiscais para fisco. As mudanças necessárias no leiaute da NF-e e NFC-e trazem custos extras para os empresários, mas são consideradas necessárias pelo advogado tributarista Marcello Maurício dos Santos, do escritório Chiarottino e Nicoletti, ouvidos em reportagem do Diário do Comércio.

“Com o tempo cada estado foi criando sua lista de produtos submetidos à substituição tributária, mas isso sem que houvesse um padrão. O Cest engloba esses produtos, trazendo um padrão”, diz. Até então, essas mercadorias eram classificadas pela Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM), que segundo o advogado, é muito genérica. “A NCM não é específica, algumas vezes traz produtos distintos com um mesmo código”, diz Maurício dos Santos.

O Cest atribui um código numérico de sete dígitos aos produtos. A tabela com os códigos pode ser encontrada no site do Confaz. Pelo texto do Convênio ICMS 146, algumas mercadorias, mesmo que não estejam sujeitas ao regime de substituição tributárias, também terão de ser identificadas na NF-e e NFC-e por meio do Cest. Estes produtos estão listados do anexo dois ao 29 do convênio.

Sua empresa tem problemas com a emissão ou gerenciamento da Nota Fiscal Eletônica NF-e? Entre em contato com a GB:

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Novo sistema de regime aduaneiro entra em vigor em 90 dias

admin : February 3, 2016 1:43 pm : DANFE, Nota Fiscal Eletrônica, Notícias

Nos próximos 90 dias, indústrias de todo o País poderão exportar mercadorias sem pagar tributos federais na compra de insumos. Esse é o prazo que as empresas terão para aderir ao Regime Aduaneiro Especial de Entreposto Industrial com controle informatizado (Recof–Sped).

Regulamentado na última quarta-feira (27) no Diário Oficial da União, o Recof–Sped só entrará efetivamente em vigor daqui a três meses, quando as empresas poderão aderir ao novo sistema, que usa as notas fiscais eletrônicas para registrar as transações. Segundo o subsecretário substituto de Aduana e Relações Internacionais da Receita, José Carlos de Araújo, a expectativa é aumentar em 50 vezes, de 20 para 1 mil, o número de indústrias que fazem parte do Recof.

“A grande vantagem de usar a escrituração eletrônica é a redução de custos. A empresa não terá mais de desenvolver sistemas para a Receita monitorar a compra de insumos, a produção e a movimentação de estoques. Tudo será levantado automaticamente por meio da nota fiscal eletrônica”, explica Araújo. Segundo ele, o desenvolvimento do sistema de acompanhamento usado até agora no Recof tradicional custa, em média, R$ 2 milhões, o que restringia o regime especial a grandes indústrias.

porto-exportaçãoCriado em 1997, o Recof permite que as indústrias exportadoras comprem insumos no mercado doméstico e interno com suspensão de tributos federais: Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), Programa de Integração Social (PIS), Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e Imposto de Importação, no caso das mercadorias importadas. A indústria, no entanto, tem até dois anos para exportar a mercadoria. Caso contrário, o Fisco cobrará os tributos sobre as matérias-primas.

Em 2015, as 20 empresas que aderiram ao Recof importaram US$ 6,8 bilhões com isenção de tributos e exportaram US$ 9,6 bilhões. Segundo o subsecretário substituto da Receita, o órgão estima que as mil indústrias que podem fazer parte do Recof–Sped exportem até US$ 50 bilhões por ano por meio da modalidade.

Araújo ressaltou que o Recof tem vantagens em relação ao drawback, regime operado pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento que oferece benefícios semelhantes. Segundo ele, a diferença não está no tipo de benefício tributário, mas no modo de operação. O drawback precisa de autorização para cada etapa da cadeia produtiva e é indicado a indústrias que exportam eventualmente. O Recof, no entanto, representa uma autorização permanente, bastando a empresa se habilitar no regime especial.

fonte: IG

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Santa Catarina emite a primeira Nota Fiscal Eletrônica para o produtor rural

admin : January 28, 2016 10:05 am : DANFE, Nota Fiscal Eletrônica, Notícias

Nota_Fiscal_Eletronica_Rurual_Colombo-300x200O governador de Santa Catarina, Raimundo Colombo (foto ao lado), e o secretário de Estado da Agricultura e da Pesca, Moacir Sopelsa, participaram, na manhã desta quarta-feira, 20, em Chapecó, da abertura da 21ª edição do Campo Demonstrativo Alfa, o CDA 2016. O evento técnico-informativo é destinado aos familiares de agricultores associados da Cooperativa Agroindustrial Alfa (Cooperalfa). Durante o evento, foi firmado convênio de R$ 150 mil para aprendizagem rural e emitida, em tempo real, a primeira Nota Fiscal Eletrônica para o produtor rural.

No local, os agricultores podem trocar experiências e conhecer as novidades de todas as atividades desenvolvidas pela cooperativa, como, por exemplo, suinocultura, bovinocultura leiteira, bovinocultura de corte, avicultura, produção de grãos, entre outros.

O governador Raimundo Colombo destacou o agronegócio como uma das atividades econômicas mais importantes do Estado e do Brasil e reforçou que o modelo é uma referência aos valores e princípios trazidos pelos colonizadores e cultivados pelas famílias.

“Hoje, aqui, estamos reconhecendo o sucesso de um setor que faz forte a nossa vida em comunidade, que se faz importante na quantidade que produz, nas oportunidades que gera e na forma como distribui o bem-estar às pessoas. É um setor que se faz tão imponente por agregar o trabalho, a tecnologia e o modelo de cooperação que tem como princípio a solidariedade e a promoção de oportunidades iguais para todos”, disse Colombo.

O governador também destacou as conquistas do setor e a contribuição do segmento para manter o modelo econômico do Estado, que, mesmo com a crise, vem permitindo um cenário de equilíbrio fiscal, ao contrário do que ocorre na maioria dos outros estados brasileiros. “Santa Catarina, no agronegócio, é uma referência para o Brasil e para o mundo. Nós conseguimos, em um curto espaço de tempo, ocupar um espaço extraordinário na economia brasileira e mundial e somos reconhecidos pela qualidade do nosso produto. Isso permitiu que Santa Catarina alcançasse um bom nível de prosperidade”. Colombo citou indicadores sociais que apontam, por exemplo, o nível de empregos. Dados do IBGE apontam que, enquanto no Brasil a faixa de desemprego é da ordem de 9%, no Estado está na faixa de 4%.

O secretário da Agricultura Moacir Sopelsa acredita que a excelência do agronegócio catarinense é fruto de uma combinação de esforços entre o Governo do Estado, iniciativa privada e produtores rurais. “Juntos, conseguimos alcançar um status sanitário diferenciado que nos permite exportar para os mercados mais competitivos do mundo”. Sopelsa ressaltou ainda a importância do Campo Demonstrativo Alfa para a troca de informações e o compartilhamento de conhecimento entre os produtores rurais. “Eventos como este contribuem para o desenvolvimento do agronegócio em Santa Catarina”, afirmou.

Ao dar as boas vindas aos participantes, o presidente da Cooperalfa, Romeo Bet, também destacou a força econômica do agronegócio e reforçou o convite para que as famílias não só conheçam as novidades, mas as apliquem no trabalho do dia a dia de forma a melhorar cada vez mais a produção, a renda e a gestão das pequenas propriedades. “Vamos continuar fazendo a nossa parte com a dedicação e qualidade de sempre”.

Esse ano, uma das novidades do evento fica por conta de um nicho de mercado que está evoluindo e pode se tornar uma importante fonte de renda para as famílias que vivem próximas a centros consumidores como Chapecó, por exemplo. É o cultivo protegido de hortifrutigranjeiros. Os vegetais são cultivados com fertirrigação, prática que potencializa a produção e, ao mesmo tempo, promove economia no uso de insumos. O modelo pode ser conhecido no campo demonstrativo.

Segundo os organizadores, durante os três dias de evento, o CDA 2016 deve reunir um público de aproximadamente sete mil participantes em Chapecó.

Novidade

Com a nova opção, o agricultor que tiver acesso à internet pode imprimir o documento em poucos cliques, sem precisar sair de casa. O secretário de Estado da Fazenda, Antonio Marcos Gavazzoni, explicou que Santa Catarina é o primeiro estado do Brasil a oferecer o serviço e que a ferramenta vai trazer mais agilidade e conforto para o pequeno produtor.

“Representa a desburocratização e a facilitação da vida do produtor. O sistema atual é muito cansativo e exige o deslocamento do produtor até os órgãos de controle para a emissão e validação do documento fiscal. A partir de hoje é tudo eletrônico e o impacto das pessoas envolvidas com o processo e já treinadas pelo novo modelo é muito positivo com essa iniciativa pioneira do estado de Santa Catarina”, afirmou Gavazzoni.

fonte: EconomiaSC

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GB soluciona problema de lentidão de impressão de Nota Fiscal Eletrônica (DANFE) grande Editora/Gráfica Nacional.

admin : October 7, 2015 11:13 am : DANFE, Nota Fiscal Eletrônica

Caso de Sucesso – impressão de DANFE em grande Editora/Gráfica Nacional.

Veja no caso de sucesso abaixo, como a GB solucionou o grave problema de lentidão nas impressões dos DANFEs (Nota Fiscal Eletrônica).

Cliente: Grande Editora/Gráfica Nacional

Problema: No início de 2010, a empresa logística do grupo procurou a GB para resolver um problema pontual na lentidão de impressão de DANFE.

Solução: Após várias reuniões em conjunto discutindo qual seria a melhor solução concluiu-se que a solução de DANFE PCL seria a mais indicada. Testes conceituais foram feitos e proposta foi aprovada. Todo processo foi implantado com êxito em poucas semanas. Veja exemplo de parte do formulário DANFE abaixo:

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 Clique aqui para maiores detalhes sobre a solução DANFE em PCL

Repercussão: No final de 2010 essa editora decidiu adotar a solução de DANFE PCL para outras empresas do grupo.

Resultado: Está em uso até hoje, tanto na Editora como nas demais empresas do grupo.

Para saber mais informações sobre essa solução, entre em contato com a GB, líder no mercado brasileiro em soluções de impressão desde 1995:

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