Jul 21

SPC Brasil lança plataforma gratuita de emissão de nota fiscal eletrônica

O Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) lançou uma plataforma tecnológica que ajuda os empresários a evitar problemas com o fisco. Trata-se do SPC NFe, uma rede social corporativa desenvolvida em parceria com a empresa Gosocket, que otimiza, de forma gratuita, os processos de controle de notas fiscais eletrônicas, como emissão e manifesto do destinatário (MDe). Outra funcionalidade da plataforma é o armazenamento dos arquivos das NFe em um sistema seguro e disponível 24 horas por dia para consultas, inclusive com a possibilidade de importação do histórico de dados. Neste último caso, a funcionalidade é gratuita nos seis primeiros meses de uso.

Embora a emissão de notas fiscais eletrônicas seja uma realidade para grande parte do empresariado – segundo a consultoria Billentis neste ano serão mais de 15 bilhões de NFe emitidas apenas na América Latina, região em que o Brasil assume a liderança – muitos empresários não sabem que é obrigatório por lei armazenar esses documentos em formato XML por pelo menos cinco anos, contando ainda o ano corrente da transação. “É imprescindível manter os arquivos organizados para que sejam facilmente encontrados, caso a Secretaria da Fazenda ou os fiscais da Receita Federal queiram fazer uma vistoria no estabelecimento”, afirma o superintendente de Novos Negócios do SPC Brasil, Magno Lima.

Se o arquivo requerido pela Receita Federal – tanto de compra, venda ou serviços não estiver devidamente armazenado no formato XML, o fisco pode aplicar multas. Some-se a esse problema o cruzamento de dados que a Receita Federal costuma fazer nas transações entre empresas. Ou seja, se surgir alguma disparidade nas informações declaradas, é provável que ele procure tanto o fornecedor como o cliente e quem não tiver essas notas armazenadas, provavelmente sofrerá sanções financeiras.

“Alguns empresários acreditam que é papel do contador fazer o armazenamento desses documentos, mas não há obrigação legal alguma do contador para esse tipo de tarefa, recaindo qualquer responsabilidade pela não disponibilidade dos documentos ao empresário”, alerta Magno Lima.

Para Mario Fernández, sócio-diretor da Gosocket, a plataforma trará benefícios operacionais em serviços financeiros para os associados da Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL), principalmente após a decisão da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo em descontinuar com a plataforma gratuita SEFAZ. “O mercado brasileiro de Nota Fiscal Eletrônica é muito maduro, uma vez que é um sistema obrigatório há vários anos no país, mas muitas empresas têm dificuldades no processo de emissão e armazenamento. A parceria entre a Gosocket e o SPC Brasil atingirá um número significativo de lojistas com serviços facilitadores como emissão de NFe gratuita para pequenas empresas e recepção das NFe”, explica.

Além de otimizar os processos de controle das notas fiscais, no futuro, o SPC NFe também disponibilizará outros recursos como integração eletrônica de Dados (EDI), ordem de pagamento eletrônica (EPO), antecipação de recebíveis soluções de pagamentos eletrônicos e marketplace. Para adquirir a nova solução o empresário interessado deve associar-se ao SPC Brasil.

Fonte Ultimoinstante

Jul 12

Duplicata Eletrônica agilizará os negócios

Empresas que atuam no mercado financeiro e realizam operações de desconto de duplicatas e factoring sentiam necessidade de um documento como esse
No final do mês passado, o ENCAT – Encontro Nacional de Coordenadores e Administradores Tributários Estaduais, lançou, em seu evento trimestral em Palmas (TO), um novo modelo de Duplicata Eletrônica (D-e). O documento será apresentado às Secretarias da Fazenda de todos os estados para aprovação na próxima reunião do Pré-Confaz, em busca de aprovação.

Esse é mais um passo em direção à modernização empresarial por meio da documentação eletrônica. Empresas que atuam no mercado financeiro e realizam operações de desconto de duplicatas e factoring sentiam necessidade de um documento como esse, e foi atendendo a essa demanda que o ENCAT surgiu com a proposta.

O órgão é um fórum de estímulo a cooperação fiscal e intercâmbio de melhores práticas do Fisco Estadual, sendo a entidade responsável pela Coordenação Nacional dos Projetos de Documentos Fiscais Eletrônicos no Brasil. É deles a responsabilidade pela Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e), etc.

Eles vêm atuando nos últimos anos em busca de modernizar e tornar mais práticas a lida com documentos dentro das empresas. A segurança das transações comerciais só se ampliou após o início da implementação desses documentos, e o empresário e contador só tiveram a ganhar.

A simplificação trazida por esses documentos e seus processos mudaram o modo do mercado lidar com sua documentação. Empresas se tornaram mais seguras, mais confiáveis, e o controle gerado dentro delas permitiu crescimento em diversos âmbitos. Tudo advindo de uma melhor gerência de documentos.

O próximo passo vem ampliar justamente a confiança que se tem em cima das empresas, por permitir uma informação financeira mais transparente. Estamos caminhando para um mundo de transações mais idôneas graças a isso.

A nova D-e foi aprovada por administradores tributários de todas as 27 Secretarias da Fazenda. Na prática, funcionaria assim: um ambiente para consultas via web seria disponibilizado, onde todas as duplicatas estarão disponíveis. As consultas podem ser feitas via certificação digital. O documento garantiria a idoneidade dos títulos de crédito cedidos pelas empresas a seus clientes.


Além disso, haverá um novo evento da NF-e que seria emitido pelas instituições financeiras e factorings para formalizar a cessão do título. Isso evita a duplicidade de um mesmo título para instituições diferentes. A NF-e terá um novo campo obrigatório para operações de venda a prazo, onde ela se ligará pelas informações à duplicata.

O intuito geral é agilizar processos de crédito para empresas, assim como reduções de taxas em vista da redução e risco. Com maior transparência sobre a situação fiscal, é possível ampliar a segurança de quem investe, e quando um novo investimento é solicitado, se sabe exatamente onde a empresa está na sua situação financeira, e se há grandes riscos em apostar nela.

Vivemos uma época onde a verdade anda de mãos dadas com a tecnologia e o progresso. Devemos investir cada vez mais em iniciativas assim, pois elas garantem o bem estar e durabilidade das empresas.

(*) Adão Lopes é mestre em tecnologia e CEO da Varitus Brasil

Fonte CIO.com.br

Jun 27

Contribuinte que pedir nota fiscal na Capital receberá 5% do ISS

Licitação para contratar empresa que vai modernizar sistema foi lançada
O programa de nota fiscal premiada pretende devolver 5% do valor do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN) ao contribuinte que solicitar a nota fiscal do prestador do serviço.

De acordo com o secretário municipal de Finanças e Planejamento, Pedro Pedrossian Neto, o modelo adotado na Capital será semelhante à Nota Fiscal Paulista, do Estado de São Paulo, em que a devolução é feita por meio do Cadastro de Pessoa Física (CPF) inscrito na nota.

O que muda, explicou o secretário, são os percentuais. No Estado vizinho, o desconto é feito sobre o Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ICMS). “Inicialmente, para incentivar o consumidor, o Estado de São Paulo devolvia até 25% sobre o valor da nota. Então, chegou um momento que começou a ficar caro e eles tiveram que voltar atrás”, disse.

Foi publicado na edição de quarta-feira (14) do Diário Oficial de Campo Grande (Diogrande) o aviso de licitação que contratará empresa responsável pela modernização do sistema informatizado de gestão tributária municipal e pela implantação da nota fiscal eletrônica no Município de Campo Grande.

*Leia reportagem, de Renata Prandini e Daniella Arruda, na edição de sábado/domingo do jornal Correio do Estado.
Fonte Correio do Estado

Jun 21

Varejistas de MS já emitiram 15 milhões de notas fiscais eletrônicas

Resultado de imagem para varejistasCom o objetivo de modernizar e facilitar a vida do contribuinte, a nota fiscal de consumidor eletrônica (NFCe) surge como a substituta da nota fiscal em papel e vem causando uma verdadeira revolução nas operações comerciais de venda de mercadoria.

De acordo com a assessoria de imprensa do governo estadual, ao mesmo tempo que reduz custos de obrigações aos contribuintes, possibilita o aprimoramento do controle fiscal pelas administrações tributárias. No Mato Grosso do Sul, a Secretaria de Fazenda (Sefaz) informa que os comerciantes varejistas já emitiram cerca de 15,4 milhões desde o início das operações em outubro de 2016, sendo 13 milhões somente em 2017.

Foram 481.850 em outubro, 656.154 em novembro, 1.075.644 em dezembro, 1.234.518 em janeiro, 1.595.439 em fevereiro, 2.353.124 em março, 2.727.608 em abril, 3.533.827 em maio e 1.715.017 até o dia 13 de junho.

O novo formato da nota fiscal foi disponibilizado no dia 1º de agosto de 2016, com o objetivo de agilizar a vida de consumidores e contribuintes. Desde o início das operações do novo sistema, em outubro de 2016, já são 1.718 comerciantes habilitados. Dados da Sefaz revelam ainda que os consumidores já podem encontrar as notas fiscais do consumidor eletrônica em 75 municípios do Estado.

O Secretário de Fazenda, Marcio Monteiro, reforça o impacto positivo ao meio ambiente e explica que com a emissão eletrônica, os dados são armazenados em tempo real, ou seja, a cada venda que o comerciante efetua, os dados ficam cadastrados automaticamente na base de dados da secretaria. “É muito mais ágil, tem impacto positivo ao meio ambiente porque reduz o consumo de papel e padroniza procedimentos eletrônicos. Todos só têm a ganhar com a inovação”, declarou Monteiro.

Obrigatoriedade
De acordo com o gestor da NFC-e, Edson Ochigame, o decreto nº 14.508/16, informa que a partir deste ano a emissão eletrônica será obrigatória a todos os contribuintes varejistas com faturamento superior a R$ 180 mil anuais. Ele explica que apesar disso, ainda é possível emitir cupom fiscal eletrônico, mas o processo de migração iniciou em março. Os empresários varejistas que ainda estão dentro do prazo, também podem emitir, bastando apenas fazer a adesão voluntária antecipada no site da Sefaz.

“O novo sistema foi pensado para trazer simplificação ao consumidor. Para a adesão voluntária, o comerciante precisa cumprir alguns requisitos como ter um software autorizado, que o lojista compra ou desenvolve; estar inscrito no programa ICMS Transparente; ter um certificado de assinatura digital; e executar o cadastro de credenciamento no ambiente teste que está disponível no site da Sefaz”, informou Ochigame.

Consumidor pode consultar NFC-e pelo QRCODE
As novas notas fiscais do consumidor eletrônicas podem ter sua autenticidade conferida pelos consumidores. Está disponível a consulta via leitura do QR Code impresso no documento fiscal auxiliar (Danfe). A NFC-e tem substituído o cupom fiscal na maioria dos estados.

May 31

Site da Nota Fiscal Eletrônica terá versão atualizada

A partir do dia 1º de julho, serão atualizadas as versões dos emissores gratuitos de Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) e do Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e). A atualização será possível graças a uma parceria da Secretaria da Fazenda com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas em São Paulo (Sebrae-SP).

O acompanhamento permanente da Fazenda permitiu verificar que, com a gradual adesão das empresas a outros sistemas, a maioria dos documentos fiscais eletrônicos não é mais gerada pelo emissor oferecido pela Secretaria. Além disso, a procura ao emissor do Fisco diminuiu em razão da oferta de soluções modernas de emissores gratuitos oferecidos pelo próprio mercado.

“No início, desenvolvemos o emissor gratuito para facilitar a implantação dos projetos do CT-e e da NF-e, que substituiu a nota fiscal em papel modelo 1 ou 1A, usadas para operações com mercadorias entre empresas. Acreditamos que o software cumpriu seu papel e que transferi-lo ao Sebrae-SP é uma importante medida para garantir que os micro e pequenos empresários que desejarem ainda continuem utilizando soluções sem custo”, destacou Luiz Claudio Rodrigues de Carvalho, coordenador da Administração Tributária da Secretaria da Fazenda.

O convênio com o Sebrae prevê que o órgão, além de disponibilizar, irá atualizar as versões do aplicativo para as empresas. Dessa forma, a parcela de contribuintes que ainda utiliza os emissores gratuitos desenvolvidos pelo Fisco paulista continuará a ser atendida pelo Sebrae-SP.

fonte: Portal do Governo de SP

Mar 09

Doria anuncia sorteio mensal de R$ 1 milhão na nota fiscal paulistana

O prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), vai anunciar nesta quinta-feira (2) o programa “Sua Nota Vale 1 Milhão”, que irá sortear mensalmente R$ 1 milhão entre os contribuintes cadastrados que pedirem a nota fiscal de serviços, documento emitido pelos prestadores de serviço, dentro do que até agora era conhecido como Programa Nota Fiscal Paulistana.

A marca da nota fiscal eletrônica passa a ser Nota do Milhão. O sorteios serão feitos pela Caixa Econômica Federal, com transmissão ao vivo pela internet, e o primeiro será no dia 5 de abril.

A Nota Fiscal Paulistana vale apenas na capital e toma por base o Imposto sobre Serviços (ISS), aquele que é cobrado sempre que o contribuinte contrata ou consome atendimento de profissionais liberais como médicos, engenheiros, advogados, ou paga contas em cabeleireiros e estabelecimentos como pet shops, lava-rápidos, academias e autoescolas.

Também vale para creches, colégios, faculdades, cursos de idiomas, construtoras, hotéis e motéis, oficinas mecânicas, estacionamentos, lavanderias, empresas de vigilância e limpeza.
Até agora, a Nota Fiscal Paulistana gerava créditos de parte do imposto pago para abatimento do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) do ano seguinte, transferido para conta corrente ou poupança. Também dava direito a sorteio de prêmios. A Prefeitura deve explicar nesta quinta-feira o teor completo das mudanças.

A Nota Fiscal Paulistana é diferente da Nota Fiscal Paulista, do governo estadual, válida nas 645 cidades paulistas, e emitida sempre que o contribuinte compra produtos sobre os quais incide o Imposto Sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

fonte: Globo.com

Mar 03

Lojas devem inserir CPF na Nota em compras acima de R$ 500

Os estabelecimentos comerciais no Estado da Paraíba deverão inserir o número do CPF dos consumidores na Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e) para compras com valor igual ou acima de R$ 500. A medida passa a ser obrigatória somente a partir do dia 2 de maio deste ano. A portaria 23/2017 GSER com o novo valor já foi publicada no Diário Oficial Eletrônico da Secretaria de Estado da Receita (Doe-SER).

Nota-fiscal-eletrônicaAtualmente, a obrigatoriedade de identificar o consumidor na emissão de Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica (NFC-e) é de valores acima de R$ 10 mil. A redução do valor tem como objetivo garantir maior segurança, transparência e controle das compras acima desse novo valor e evitar fraudes.

A nova medida também vai facilitar a consulta e a recuperação por parte dos consumidores de notas eletrônicas ao consumidor perdidas, por meio do portal SERvirtual da Receita Estadual (www.receita.pb.gov.br/servirtual).

De acordo ainda com o texto da portaria, a inserção do CPF na Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e) deverá ocorrer em três situações. A primeira nas operações com valor igual ou superior a R$ 500,00.

A outra exigência inclui, ainda, as entregas de produtos em domicílio, hipótese em que deverá constar a informação do respectivo endereço. A terceira situação ocorre nas vendas do varejo com valor inferior a R$ 500. Neste caso, o consumidor poderá solicitar, por conta própria, a inclusão do CPF na Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica no ato da compra.

A legislação permite que cada Estado tenha autonomia para estabelecer o valor mínimo para inserir o CPF na NFC-e. Outras unidades da federação já reduziram o valor na nota fiscal com exigência de CPF como, por exemplo, o Ceará (R$ 200,00) e a Bahia (R$ 600,00). A legislação que embasa a portaria é o decreto 37.216/2017 e o ajuste SINIEF (Sistema Nacional de Informações Econômicas e Fiscais) 19/2016.

fonte: MaisPB

Feb 01

Emissão da Nota Fiscal Eletrônica deixa de ser gratuita

A emissão da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) é uma obrigação para todas as empresas brasileiras, independentemente de seu porte. Até o final de 2016, esse serviço era oferecido, de forma gratuita, pela Secretaria de Estado da Fazenda de São Paulo.

img86_39053_20130628O órgão tem uma plataforma responsável pelo procedimento e permitia que qualquer corporação tivesse acesso a ela, sem qualquer custo. Porém essa iniciativa foi descontinuada desde o último dia 1º de janeiro.

Diante desse novo cenário, a Fecomércio MG buscou alternativas que fossem interessantes para seus representados do ponto de vista prático e financeiro. Em parceria com a Sage, maior companhia mundial no segmento de softwares para pequenas e médias empresas, passa a oferecer um sistema emissor de Nota Fiscal Eletrônica, totalmente on-line.

De forma simples – basta estar em local com acesso à internet – e a um custo vantajoso, é possível obter os documentos digitais de produto (NF-e), serviço (NFS-e), do consumidor (NFCe), assim como o conhecimento de transporte eletrônico (CTe), todos emitidos com certificado digital.

De acordo com o gerente de Gente e Gestão da Fecomércio MG, Hildebrando Vasconcelos, há empresas mineiras que possuem software próprio para a emissão das notas, mas é grande o número das que precisariam procurar um emissor, com o fim do serviço gratuito.

“Nós fizemos essa busca e conseguimos uma parceria muito vantajosa. No mercado, encontram-se mensalidades que variam de R$ 49 a R$ 150, aproximadamente. Nossos representados terão acesso ilimitado ao serviço de emissão do documento a partir de R$ 15 ao mês”, informa, lembrando que o associado deve estar em dia com as contribuições patronais para utilizar o benefício.A entidade, por meio da Sage, oferece um rol de produtos, que inclui software de gestão e consultoria tributária.

“A empresa pode escolher se quer apenas a emissão da Nota Fiscal Eletrônica ou um pacote maior de serviços, todos com valores diferenciados para os representados pela Fecomércio MG”, completa Vasconcelos.

Há, também, uma equipe especializada para dar suporte aos empresários e contadores, via chat ou telefone, entre outras vantagens.

Fonte: Linkcomunicação

Dec 16

Uso dos códigos de barras geram benefícios às empresas

Segundo pesquisa, 81% dos produtos que circulam no país contam com código de barras e 91% das empresas consideram seu uso positivo

Fonte: Terra.com.br

Os últimos dois anos trouxeram um grande desafio aos empresários brasileiros: superar as dificuldades financeiras e resistir às limitações impostas pelo cenário de crise econômica. Uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Automação mostrou que empresários que investiram em equipamentos para realizar a leitura dos códigos de barra tiveram retorno positivo. Aliás, a automação comercial tem sido usada por muitos empreendedores como uma ferramenta positiva para aumentar a produtividade.

qrcodegb_thumb1_thumbQuase 81% dos produtos que circulam no país conta com código de barras. De acordo com a pesquisa, 91,6% das empresas que vendem diretamente ao consumidor final consideram o uso do código de barras positivo, auxiliando a alavancar o negócio. Um dos principais retornos está na gestão do negócio, pois 88% consideram que a tecnologia facilita a administração.

"O Código de Barras simplifica o processo de gestão do estoque e da rastreabilidade do produto. É possível também que seja usado para aumentar o controle do Ponto de Vendas (PDV), especialmente quando integrado a um sistema de gestão", explica o sócio-diretor da Bz Tech, Bruno Zimmermann. "As principais vantagens são o aumento da segurança no processo de coleta de informações, a diminuição de erros e a melhoria da eficiência e rapidez no desempenho", ressalta.

O futuro

Nove em cada dez consumidores do país já usam os códigos de barras nos estabelecimentos, sobretudo em terminais de consulta para checar preços – uma obrigação estabelecida por lei desde setembro de 2006. A expectativa é que, com o passar do tempo, as informações demonstradas nesses equipamentos possam ser ampliadas ao consumidor. Por exemplo, 88% dos clientes esperam que, ao menos, o prazo de validade seja incluído nessa demonstração.

Além dos códigos tradicionais, os códigos de barras 2D (QR Code) aparecem como outra opção para ampliar a gama de informações salvas em um código de barras, bem como as tags de RFID, que logo estarão disponíveis no mercado.

Confira, abaixo, outros benefícios sentidos pelas empresas que investem nos códigos de barras.

– Aumento da eficiência da cadeia de abastecimento
– Facilidade no acesso ao mercado de grande escala
– Redução da perda de vendas
– Aumento da velocidade de chegada dos produtos ao mercado
– Melhora do relacionamento com os consumidores: mais controle e mais satisfação
– Gerenciamento do estoque em tempo real

Poucos sabem, mas existem diversos tipos de códigos de barras, e cada um é utilizado para uma aplicação ou numa situação diferente. Dentre eles podemos destacar os mais comuns no Brasil:

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O Código 128 é utilizado na emissão de Notas Fiscais Eletrônicas – NFe e Danfes

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Utilizado nos boletos de cobrança para agilizar os pagamentos de contas em bancos

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O EAN 13 está presente em todos os produtos de prateleira comercializados no Brasil.

codigo_de_barras_para_caixas_pallet_dun_itf_gs1_14_gbnet_fonte_true_type
Este é o código de barras que identifica as caixas com uma certa quantidade do mesmo produto

Para saber mais sobre cada um dos códigos acima clique na imagem correspondente de cada código de barra ou visite a nossa loja on-line.

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Dec 15

Sefaz apresenta videoaula sobre Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica

A Secretaria de Estado da Fazenda de Alagoas (Sefaz/AL) divulgou, nesta terça-feira (6), uma videoaula em seu canal no Youtube esclarecendo a Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica (NFC-e), documento fiscal que substitui, gradualmente, o cupom fiscal e a nota a consumidor modelo 2.

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No material, o fiscal de tributos Sérgio Machado explica o conceito, a finalidade, as vantagens, requisitos e a legislação que rege a NFC-e, uma ferramenta fiscal moderna que atribui mais eficiência às operações de venda do varejo alagoano e reduz custos para os empresários

“A Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica vem trazer agilidade, economia, flexibilidade, segurança e inovação para as operações relacionadas ao setor varejista”, afirma.

A NFC-e representa uma verdadeira revolução no varejo, sendo uma alternativa para os documentos fiscais em papel utilizados pelo setor e para a redução dos custos de obrigações acessórias.

Adesão

O calendário de obrigatoriedade da Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica teve início em outubro para estabelecimentos que possuem receita bruta igual ou superior a R$ 15 milhões (de acordo com o ano anterior) e àqueles em início de atividade cuja expectativa de receita bruta anual seja superior a R$ 120 mil.

Em pouco mais de um mês após o início da obrigatoriedade, 37% das empresas abrangidas já efetuaram a adesão à ferramenta, percentual que, segundo o superintendente da Receita Estadual, Francisco Suruagy, demonstra o interesse dos contribuintes em modernizar sua atuação.

“Além de reduzir custos, a NFC-e permite o uso de tecnologias móveis para sua homologação e emissão e flexibiliza os pontos de venda, benefícios que se tornam atrativos aos contribuintes”, ratificou Suruagy.

A implantação da Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica segue calendário gradual até outubro de 2018, em acordo com a Instrução Normativa SEF nº 46/2015, confira:

01/10/2016 Receita bruta igual ou superior a R$ 15 milhões e contribuintes em início de atividade com expectativa de receita bruta anual superior a R$120.000,00
01/04/2017

Receita bruta igual ou superior a R$ 7,2 milhões

01/10/2017 Receita bruta igual ou superior a R$ 3,6 milhões
01/04/2018 Receita bruta igual ou superior a R$360.000,00
01/10/2018 Receita bruta igual ou superior a R$120.000,00

Fonte: Sefaz

Dec 05

NF-e: o que você precisa saber na hora de escolher o novo emissor

Com o fim da solução gratuita oferecida pela Sefaz, PMEs precisam adotar outro software de mensageria para notas fiscais eletrônicas

Quando o relógio marcar o primeiro minuto de 2017, as resoluções de ano novo não serão as únicas a caírem no esquecimento: as soluções gratuitas emissoras de NF-e (nota fiscal eletrônica) de todos os estados brasileiros serão descontinuadas no próximo ano, com o fim das atualizações, suporte e novos downloads já desde 1º de janeiro. A mudança no cenário fiscal nacional exigirá que empreendedores que dependiam desses softwares escolham um novo sistema de emissão.

Disponíveis desde 2006, os softwares desenvolvidos pelas Sefaz (Secretarias da Fazenda) conquistavam a preferência de PMEs pela economia e simplicidade. Para Horacio Menin, sócio da Gosocket (www.gosocket.net), plataforma de emissão e recebimento de NF-e, cinco critérios ajudam a escolher um substituto à altura.

  1.  Gratuidade
    Um aspecto que ganha ainda mais importância frente ao contexto econômico brasileiro, a mudança no sistema emissor não deve gerar gastos extras para a empresa. Portanto, uma solução gratuita é a visada em um primeiro momento.
  2. Facilidade de uso
    Adotar uma solução que seja de uso simples e, de preferência, com interface semelhante à utilizada pelo sistema da Sefaz acelera o processo de adaptação. “Alterar o ambiente virtual onde é feita uma tarefa cotidiana da empresa pode gerar desperdício de tempo e estresse desnecessário da equipe”, avalia Menin.
  3. Disponibilidade
    A mudança pode trazer benefícios: uma das desvantagens dos softwares da Sefaz era a necessidade de serem instalados no computador, sujeitos a todo o tipo de falha física e eletrônica. "Nesse momento, uma boa ideia é buscar uma solução em nuvem", diz Menin. A Gosocket, por exemplo, utiliza a plataforma Azure, da Microsoft, que garante uma disponibilidade de 99,9% no sistema.
  4. Armazenagem
    Além de emitir as NF-e, algumas soluções também oferecem a capacidade de armazenar e disponibilizar em formato aberto (como XML) cada uma das notas – por exigência do Ministério da Fazenda, é necessário manter cópias dos documentos por cinco anos mais o ano corrente de emissão, no mínimo. "Há diversos modelos para isso. Na Gosocket, oferecemos entre seis meses e um ano de armazenagem gratuita, dependendo do volume de notas, benefício que pode ser estendido indefinidamente por um preço baixo", afirma Menin.
  5. Suporte
    Mesmo gratuito, o ideal é que o novo sistema emissor de NF-e ofereça canais de suporte. Na Gosocket há a opção de chat incorporado ao software para esclarecimento de dúvidas e orientações, assim como e-mail para chamados de suporte. Além disso, um bom manual é essencial, frisa o especialista.

Sobre a Gosocket

Solução gratuita de emissão e recebimento de NF-e. Criada no Chile, a Gosocket transforma as informações das notas fiscais em uma verdadeira linguagem interempresarial e permite a troca de dados B2B. Além da emissão das NF-e, a Gosocket oferece uma ampla gama de serviços no modelo freemium. www.gosocket.net.

Dec 02

Preenchimento errado da Nota Fiscal Eletrônica pode causar problemas às empresas

Todo cuidado é pouco quando falamos de atividades que envolvam compra ou venda de produtos. Para comprovar formalmente essas transações, existe a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) e é importante que, ao preenchê-la, o emitente tenha cuidado e se atente aos detalhes. Um preenchimento errôneo e não corrigido pode dar muita dor de cabeça à empresa, como explica Elisandra Kelli, supervisora do Departamento Fiscal da JJA Assessoria Fisco Contábil: “A empresa pode ser autuada em uma eventual fiscalização. Caso haja algum dado incorreto, o cliente pode não aceitar a NF e a empresa poderá não conseguir realizar o cancelamento da mesma.”

Para esses casos existe a Carta de Correção. Um documento assinado eletronicamente para corrigir alguns erros após a emissão da NF-e e até 24 horas depois de sua emissão – prazo este estipulado por lei. O recurso só pode ser utilizado para corrigir falhas não relacionadas a dados cadastrais e valores, assegurando, portanto, a impossibilidade de fraude de notas fiscais. “Fica permitida a utilização de carta de correção para regularização de erro ocorrido na emissão de documento fiscal, desde que o erro não esteja relacionado a variáveis que determinam o valor de impostos tais como: base de cálculo, alíquota, diferença de preço, quantidade, valor da operação ou da prestação; a correção de dados cadastrais que implique mudança do remetente ou do destinatário ; a data de emissão ou de saída.”, explica Elisandra.

Além da utilizar a Carta de Correção, o emitente pode cancelar a NFe errada e emitir uma nova, desde que a mercadoria ainda não tenha circulado e isso ocorra em um prazo de 24 horas. Após esse período, não é mais possível realizar qualquer alteração na nota fiscal. Por esse motivo, o preenchimento inicial correto do documento é tão importante.

A supervisora ainda chama a atenção: “é igualmente necessário que quem receber uma nota realize uma revisão dos dados para que nada saia errado.”, conclui.

Fonte: Contabilidade na TV

Oct 27

Fontes de Códigos de Barras True Type TTF para Windows

Os códigos de barras foram criados a mais de 60 anos atrás com a finalidade de otimiqrcodegb1zar os processo e ganhar tempo.

O código como conhecemos hoje foi utilizado pela primeira vez por um supermercado de Ohio para vender pacotes de chiclete da marca Wrigleys. Atualmente, é utilizado com forma de controle para entrada e saída de produtos e afins de uma infinidade de empresas – é praticamente onipresente entre itens de consumo.

Ao lado podemos ver um exemplo de um código de barras bidimensional (2D), o QR-CODE. Atualmente esse é um dos códigos de barras mais populares.

Uma das maneiras de se utilizar um código de barras é através de uma fonte True Type (TTF). Esse é o pdarão de fontes utilizadas no Windows desde a sua criação.

Poucos sabem, mas existem diversos tipos de códigos de barras, e cada um é utilizado para uma aplicação ou numa situação diferente. Dentre eles podemos destacar os mais comuns no Brasil:

gs1-128-code-128-gbnet-codigo-barras-ttf-380.fw

O Código 128 é utilizado na emissão de Notas Fiscais Eletrônicas – NFe e Danfes

fonte_codigo_barras_intercalado_2_de_5_ttf_febraban_gbnet.fw

Utilizado nos boletos de cobrança para agilizar os pagamentos de contas em bancos

ean13-gs1-codigo-barras-produto-gbnet-380.fw

O EAN 13 está presente em todos os produtos de prateleira comercializados no Brasil.

codigo_de_barras_para_caixas_pallet_dun_itf_gs1_14_gbnet_fonte_true_type.fw

Este é o código de barras que identifica as caixas com uma certa quantidade do mesmo produto.

Para saber mais sobre cada um dos códigos acima clique na imagem correspondente de cada código de barra ou visite a nossa loja on-line.

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Oct 14

Montadora do ABC paulista usa formulários em Postscript para impressão de DANFES

Para proporcionar maior segurança na impressão de DANFES a partir do mainframe IBM, a Ford implantou o sistema de impressão baseado em aplicações PostScript armazenadas nas impressoras. É um sistema robusto, seguro e de alta disponibilidade.

Situação anterior76-03
Necessidade de imprimir DANFES geradas pelo sistema de faturamento, utilizando as aplicações existentes e com um mínimo de alterações na programação, já que são aplicações baseadas no mainframe IBM da matriz nos EUA.

Solução
Armazenamento dos formulários, desenvolvidos em PostScript, diretamente nas impressoras. Arquivos de dados TXT contendo somente as informações da DANFE são enviados do mainframe diretamente para as impressoras, que processam as informações e imprimem as DANFES em diversos pontos remotos nas fábricas e centros de distribuição.

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Sep 28

Ampliado prazo para produtor rural adotar Nota Fiscal Eletrônica

Após ouvir relatos das principais entidades da produção primária sobre as dificuldades de acesso à internet em determinadas regiões, o governo do Estado definiu uma nova prorrogação dos prazos para o uso da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) em substituição ao talão de produtor. Definido em reunião ocorrida na manhã desta quarta-feira, 21, na Secretaria da Fazenda, o novo cronograma transfere para 31 de março de 2017 a data-limite de início na emissão da NF-e para produtores do Sistema Integrado e nas saídas de lavouras temporárias. O prazo anterior para estes casos era 1º de outubro deste ano.

Ficou mantido para 1º de dezembro o prazo de adoção da NF-e apenas para produtores rurais com CNPJ, com exceção da silvicultura. Outra mudança definida em comum acordo se relaciona com a saída do segmento da pecuária por vendas, inicialmente programada para 1º de janeiro, mas que também ficará para o final de março. ‘O objetivo segue adotar a Nota Fiscal Eletrônica dentro do menor prazo possível, pois trata-se de um mecanismo importante para o Estado, para o próprio produtor rural e aos mais diferentes segmentos econômicos. Mas precisamos reconhecer a dificuldade técnica que é a falta do sinal da internet’, destacou o secretário adjunto da Fazenda, Luiz Antônio Bins.

A partir de agora, a Receita Estadual fará reuniões com os setores da atividade rural, buscando superar outras dificuldades operacionais além da ausência da cobertura das operadoras de internet. O primeiro encontro é com produtores integrados de suínos e aves. Bins observou que algumas alternativas já estão sendo propostas para que a NF-e seja gradativamente adotada no campo. ‘A possibilidade do integrador emitir a Nota Eletrônica aos invés do produtor integrado é uma possibilidade’, acrescentou.

A substituição gradativa do talão de produtor segue um cronograma diferenciado conforme o tipo de transações. A implantação no Rio Grande do Sul começou em junho de 2013, com a obrigatoriedade da emissão para o produtor rural nas operações interestaduais com arroz em casca. O prazo final estabelece para janeiro de 2019 que todas as operações efetuadas por produtores ou microprodutores rurais estejam.

A utilização da NF-e vai substituir as mais de 8 milhões de notas fiscais de produtor que circulam anualmente, reduzindo o custo do Estado de R$ 3,5 milhões/ano na confecção e distribuição dos modelos em papel. Além de maior agilidade e segurança, os produtores igualmente terão despesas menores, não precisando mais se deslocarem até as prefeituras para retirar e devolver talões.

Orientações:

Todos os produtores que estiverem obrigados ou aderirem à emissão da Nota Fiscal Eletrônica, independentemente de produto ou valor, devem seguir as seguintes orientações:

* Se for Produtor Rural/Empresa (CNPJ), poderá utilizar o programa emissor próprio ou o gratuito disponível no site da Secretaria da Fazenda.

* Se for Produtor Rural/Pessoa Física (CPF), deverá emitir a NF-e avulsa no site da Secretaria da Fazenda.

* A Receita Estadual ressalta que os produtores rurais (pessoa física) dependem de habilitação via certificado digital (disponível no mercado) ou cartão Banrisul (para o caso de clientes do banco) para terem acesso à Nota Fiscal Eletrônica avulsa. Portanto, para operações interestaduais, deverá antecipadamente buscar as informações necessárias para habilitar-se à emissão da NF-e.

fonte: Folha do Mate

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