Sep 13

SPED – O Fisco armado contra a inconformidade

Resultado de imagem para FISCOCada vez mais em voga nas empresas país afora, a questão da conformidade tem se tornado tema recorrente em eventos empresariais, jurídicos e contábeis.
Após o escândalo da Lava Jato, ficou evidente que a questão da conformidade não estava sendo levada a sério até mesmo por grandes corporações, como foi o caso da Petrobrás.
Este artigo abordará a questão da conformidade pelo ponto de vista do SPED – Sistema Público de Escrituração Digital.
O SPED começou timidamente há 15 anos atrás, através do projeto da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e). Até então a preocupação de todos era apenas de como fazer para pode emitir as Notas Fiscais, que até ali eram preenchidas à mão ou, na melhor das hipóteses, preenchidas e impressas em formulários contínuos padronizados.
Aos poucos, no decorrer desses anos, o processo foi se sofisticando, tanto em relação à NF-e como em relação ao cumprimento de diversas obrigações acessórias que passaram a tomar forma digital e a seguir as diretrizes padrões do SPED.
Hoje o SPED alcança praticamente todas as rotinas fiscais, contábeis e a partir de 2018, de gestão de pessoas.
Somente como exemplo, no ano de 2016, os servidores da Receita Federal foram alimentados com 24.500.412 arquivos transmitidos no âmbito SPED (Relatório de Gestão Exercício de 2016 – Receita Federal – Página 39).
Como resultado o Fisco já tem à sua disposição mecanismos analíticos de dados que o possibilita efetuar cruzamentos, em alguns casos em tempo real. Podemos dizer que vivemos algo novo em relação ao que ocorria até mais ou menos 15 anos atrás: a fiscalização por inteligência artificial.
Essa fiscalização inteligente, feita por meio de análises e cruzamentos autônomos de dados já tem mostrado seu valor ao Fisco. No último relatório do plano anual de fiscalização da Receita Federal, foi reservado espaço de destaque à questão da conformidade tributária e para o SPED.
No referido informe anual, a Receita destaca que “estão definidas ações de conformidade para os diversos segmentos de contribuintes que apresentem indícios de erros no cumprimento da obrigação tributária, oportunizando a esses, de uma forma transparente, corrigir suas informações e pagar seus tributos sem a imposição de multas sancionatórias.” (Página 29 item 4)
Ainda no relatório, a Receita destaca seu uso dos dados fornecidos pela base da Nota Fiscal Eletrônica para flagar a omissão de receitas. Só para se ter uma idéia dos números envolvidos, nessa checagem preliminar, a Receita identificou indícios de irregularidades no montante de R$ 1,7 bilhão (Página 37 item 5.9).

Com isso, até mesmo as empresas enquadradas no SIMPLES são alcançadas pelas “teias” do SPED. Com o avanço da obrigatoriedade de uso da NF-e, e agora mais recentemente da Nota Fiscal do consumidor Eletrônica – NFC-e, podemos vislumbrar uma maior incidência de indícios de inconformidade também em relação à essas micro e pequenas empresas.
E vale lembrar que, em tempos de crise, a eficiência da atuação do Fisco costuma aumentar de forma significativa.
A Petrobrás, mencionada no início deste artigo, conta agora com uma diretoria específica para a área de governança e conformidade.
E você, sua empresa ou seus clientes? Estão preparados e em conformidade?
Referências bibliográficas:
1 – Outros artigos sobre o SPED e conformidade
– Destaques do Plano Anual da Fiscalização da Receita Federal do Brasil para 2017 e Resultados de 2016
http://www.contabeis.com.br/artigos/3796/destaques-do-plano-anual-da-fiscalizacao-da-receita-federal-do-brasil-para-2017-e-resultados-de-2016/
– A importância do Compliance para o Terceiro Setor:
http://www.contabeis.com.br/artigos/3854/a-importancia-do-compliance-para-o-terceiro-setor/
– O Bloco K e seus verdadeiros Impactos – Empresas no Simples Nacional:
http://www.contabeis.com.br/artigos/3874/o-bloco-k-e-seus-verdadeiros-impactos-empresas-no-simples-nacional/
– e-Social e o Compliance dentro do Departamento de Pessoal:
http://www.contabeis.com.br/artigos/3968/e-social-e-o-compliance-dentro-do-departamento-de-pessoal/
– EFD Reinf – O ‘Irmão’ pouco conhecido do e-Social:
http://www.contabeis.com.br/artigos/4051/efd-reinf-o-irmao-pouco-conhecido-do-e-social/
– Padronização da NFS-e e seus reflexos:
http://www.contabeis.com.br/artigos/4080/padronizacao-da-nfs-e-e-seus-reflexos/
2 – Receita Federal
– Relatório de Gestão Exercício de 2016:
http://idg.receita.fazenda.gov.br/sobre/prestacoes-de-contas/arquivos-e-imagens/2016/rgrfb2016.pdf
– Plano Anual de Fiscalização – Resultados de 2016 e Plano para 2017:
http://idg.receita.fazenda.gov.br/dados/resultados/fiscalizacao/arquivos-e-imagens/plano-anual-de-fiscalizacao-2017-e-resultados-2016.pdf
3 – Outros
– Diretor de Governança e Conformidade fala dos avanços da área que completa dois anos:
http://www.petrobras.com.br/fatos-e-dados/diretor-de-governanca-e-conformidade-fala-dos-avancos-da-area-que-completa-dois-anos.htm

Fonte Contabeis

Sep 06

Sefaz esclarece diferença entre cupom e nota fiscal

Você, consumidor, sabe a diferença entre nota fiscal e cupom fiscal? A Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) esclarece que a nota fiscal é o documento de emissão obrigatória na venda de produtos ou serviços. Ela garante que a transação foi efetivada, além de assegurar o direito de troca do produto e a verificação do recolhimento do tributo.
Desde 1o de abril deste ano, a legislação estadual do ICMS passou a considerar o cupom um documento sem validade fiscal na venda de um produto ou serviço, passando a nota fiscal a ser o único documento que atende a legislação estadual, e caso o estabelecimento não a disponibilize ao consumidor, caracterizará infração tributária, além de crime contra a ordem tributária.
De acordo com a secretária adjunta da Sefaz, Lilian Caniso, o órgão estadual conta com um setor de fiscalização, que realiza uma espécie de diligência nos estabelecimentos para averiguar se é entregue aos compradores a documentação necessária.
“Trabalhamos com muita demanda, pois a blitz funciona a partir de denúncias dos próprios consumidores que vão a algum estabelecimento e não recebem a nota. Para isso, a Coordenadoria de Fiscalização orienta que qualquer pessoa se sinta lesada procure a Sefaz”, explica.
Ela destaca, ainda, que é importante que o consumidor esteja atento nas diferenças dos documentos: “O cupom e a nota fiscal podem ser confundidos por geralmente serem impressos nas mesmas filipetas amarelas, porém, na parte de cima, é possível ver em destaque o nome ‘cupom fiscal’ e ‘NFC-e’, no caso da nota fiscal, que vem seguida também de um QR Code, que permite a consulta das informações da nota fiscal por meio de dispositivos móveis, como smartphones e tablets. A nota também pode ser consultada pela página da Sefaz na web”, garante Lilian.
A emissão de nota fiscal eletrônica não é obrigatória para o microempreendedor individual (empresário participante do Simples Nacional com faturamento anual até R$ 60 mil) nas vendas para pessoa física, para o produtor rural não inscrito como pessoa jurídica e para o feirante.

Diferença entre cupom e nota fiscal (Foto: Internet)
Fonte agencia.ac.gov.br

Aug 30

Sefaz orienta empresas do Simples Nacional para uso da Nota do Consumidor

A Secretaria da Fazenda (Sefaz) orienta os procedimentos que devem ser adotados pelas empresas que deixarão de usar o Emissor de Cupom Fiscal (ECF) para emitir a Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica (NFC-e). Até janeiro do próximo ano, todas as empresas do Simples Nacional devem adotar o novo documento eletrônico. Com a adoção da NFC-e por estas empresas, a Sefaz conclui o cronograma de implantação para o comércio varejista, iniciado em 2016.

Após se credenciar para emitir a Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica (veja os passos clicando aqui), o contribuinte deve pedir a cessação do uso do Emissor de Cupom Fiscal (ECF). Para isso, deve entrar em contato com uma empresa lacradora credenciada (acesse aqui a relação) e, depois, formalizar o pedido junto à Delegacia Regional de Fiscalização da sua circunscrição levando o formulário preenchido. Para acessá-lo, basta clicar aqui.

A Sefaz também esclarece que, com a Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica o contribuinte não precisa mais pedir autorização para o uso de Point of Sale – ponto de venda (POS) – e não tem obrigatoriedade de integrar as operações transferência Eletrônica de Fundos (TEF). Se tiver dúvidas, o contribuinte pode acessar o campo de Perguntas e Respostas no site www.nfce.go.gov.br.

Mais informações: (62) 4000-1230 ou 0800-9405505

Assessoria de Comunicação da Sefaz

Aug 23

Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica será obrigatória a partir de 1º de janeiro

nota-fiscalLojistas capixabas devem ficar atentos aos prazos para adesão à Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e). A partir de 1º de janeiro de 2018, o credenciamento para emissão da NFC-e será obrigatório para todos os estabelecimentos varejistas. Mas enquanto isso, a Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) estabeleceu um cronograma para facilitar a implantação da NFC-e em todo o Estado.

Desde 1º de junho, optantes do Simples Nacional já podem fazer o credenciamento opcional. E, a partir de 1º de setembro, a facilidade vai chegar aos contribuintes vinculados ao regime ordinário de apuração e recolhimento do ICMS.

Mesmo com o credenciamento, as empresas poderão emitir nota fiscal por meio de aparelho ECF até o final de 2018 ou até que se esgote a memória do equipamento, prevalecendo o que ocorrer primeiro. Cabe ressaltar que novas empresas varejistas do regime ordinário de apuração já podem emitir NFC-e, conforme previsão do Art. 62-F do Regulamento do ICMS no Estado (RICMS-ES).

Cronograma de implantação da NFC-e no Estado do Espírito Santo
(Portaria N.º 08-R, de 26 de maio de 2017 / Decreto 1.090-R/2002)
Contribuintes Período
Pptantes do Simples Nacional, exceto hipermercados, supermercados e postos revendedores varejistas de combustíveis Credenciamento opcional a partir de 01/06/2017
Contribuintes vinculados ao regime ordinário de apuração e recolhimento do imposto Credenciamento opcional a partir de 01/09/2017
– A partir de 01/01/2018 o credenciamento para emissão da NFC-e modelo 65 e do respectivo DANFE-NFC-e será obrigatório para todos os estabelecimentos varejistas
– Novos estabelecimentos varejistas do regime ordinário já podem emitir NFC-e, conforme previsão do Art. 62-F do RICMS-ES.
– Fica facultada a utilização de ECF já autorizado pelo Fisco até 31/12/2018 ou até que se esgote a memória do equipamento, prevalecendo o que ocorrer primeiro.
Para aderir ao novo modelo de nota fiscal o contribuinte deve acessar o site da Secretaria da Fazenda (http://internet.sefaz.es.gov.br/informacoes/nfcEletronica/credenciamento.php), usando o CPF e senha cadastrados para acesso à Agência Virtual e preencher o formulário de credenciamento em produção. Já os consumidores podem consultar a validade do Danfe/NFC-e recebido no site da Sefaz no link http://app.sefaz.es.gov.br/ConsultaNFCe ou em aplicativos leitores de QR code.

Modernização
A NFC-e tem por objetivo implantar um modelo nacional de documento fiscal eletrônico em substituição à emissão de cupons fiscais em papel. A mudança reduz custos com equipamentos, simplifica as obrigações acessórias dos contribuintes e permite o acompanhamento em tempo real das operações comerciais pelo Fisco.

A NFC-e abrange, exclusivamente, operações comerciais de venda no varejo, de forma presencial ou para entrega em domicílio, ocorridas no Estado, diretas ao consumidor final. O seu diferencial está em ser um documento fiscal emitido e armazenado especificamente de forma eletrônica, com o intuito de documentar operações, cuja validade jurídica é garantida por meio de Assinatura Digital do emitente.

Segundo o subsecretário de Estado da Receita, Sergio Pereira Ricardo, a implantação da NFC-e traz benefícios diversos para todos os setores da sociedade. “A ampliação do projeto NFC-e faz parte das ações de modernização da Receita Estadual. Com base nesse documento eletrônico poderemos acompanhar as operações comerciais realizadas em tempo real e com total segurança. Além disso, vamos dar celeridade no combate à sonegação fiscal, à concorrência desleal e, consequentemente, aumentar a eficiência na arrecadação”.

Desburocratização
A NFC-e faz parte de uma prioridade do Poder Executivo Estadual para desburocratizar serviços aliando ferramentas de gestão e tecnologia e, consequentemente, prestar serviços mais ágeis para população. Segundo o secretário de Estado da Fazenda, Bruno Funchal, a Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica é mais um passo do Governo do Estado em busca da melhoria do ambiente de negócios. “Ela visa a dar mais competitividade aos empreendedores que investem e geram renda e emprego. A NFC-e busca a redução dos custos de transação entre Fisco e contribuinte, ao mesmo tempo em que aumenta a segurança das transações”.

O lançamento da NFC-e pelo Governo do Estado aconteceu em janeiro de 2016. O projeto piloto da Secretaria da Fazenda contou com a parceria da Câmara de Dirigentes Lojistas de Vitória (CDL). A empresa local LOJAS SIPOLATTI foi a responsável pela primeira emissão da NFC-e no Espírito Santo. De janeiro de 2016 até julho de 2017, 1,2 mil contribuintes já se cadastraram e emitiram mais de 4,3 milhões de NFC-e.

Confira os benefícios da NFC-e
Para os Contribuintes (Lojistas):

Simplificação nos procedimentos de registro fiscal;
Padrão único (nacional) de Documento Fiscal;
Redução de custos com aquisição e manutenção de equipamentos emissores de cupom fiscal e com a homologação de softwares;
Redução de obrigações acessórias;
Dispensa da emissão do DANFE NFC-e em papel, a depender da opção do consumidor;
Confiabilidade dos dados.
Benefícios para a Administração Tributária:

Acompanhamento em tempo real e com total segurança das operações comerciais realizadas;
Aumento da confiabilidade dos Documentos Fiscais emitidos;
Facilidades no controle fiscal e no compartilhamento de informações entre as Administrações Tributárias e outros órgãos de regulação e controle;
Integração com a EFD;
Diminuição da sonegação, com consequente aumento da arrecadação.
Para o Consumidor:

Confirmação em tempo real da veracidade da nota;
Diminuição da sonegação fiscal e aumento da arrecadação, gerando mais recursos para serem aplicados nas atividades do Estado e programas sociais do Governo.
Mais informações: Portaria N.º 08-R, de 26 de maio de 2017 / Decreto 1.090-R/2002

Aug 16

NF-e 4.0: o que mudou e por quê?

Muitas coisas foram alteradas na nota, mesmo que, na maioria dos casos, isso não interfira na rotina do usuário final.

Resultado de imagem para nota fiscal 4.0O layout das Notas Fiscais Eletrônicas (NF-e) irá sofrer uma nova atualização. A partir de 2 de outubro de 2017 passa a ser obrigatória, para o ambiente de produção, o modelo 4.0 do documento. Em julho, a nota já havia sido implementada para ambientes de homologação, e agora todos tem até 2 de abril 2018 para adequar suas emissões, quando o antigo modelo 3.10 será desativado.

Muitas coisas foram alteradas na nota, mesmo que, na maioria dos casos, isso não interfira na rotina do usuário final. As alterações geralmente são bienais ou anuais, e sempre vem para realizar adequações como novos campos incluídos, alterações em cálculos, dentre diversas necessidades que dialogam com as alterações legais, de impostos e do consumidor.

O mais interessante é que as mudanças são simples, mas não são levianas. Como esse é um programa que vem evoluindo, o que era genérico vai se tornando cada vez mais específico para atender a novas necessidades advindas da evolução econômica – e melhorar o que antes era feito de um jeito funcional, mas não ideal.

Basicamente, a nota evolui par melhor atender aos usuários nas necessidades em constante mudança no cenário comercial. A Nota Técnica 2016.002 – v 1.20 (atualizada em 31/05/2017) informa todos os detalhes da mudança, e pode ser vista no portal da Nota Fiscal Eletrônica. Para quem emite é necessário que se atualize seu emissor, se ele já não faz isso automaticamente.

O preenchimento incorreto gerará rejeição da nota e, isso pode causar problemas futuros para a empresa. De forma resumida, o que muda no quesito layout é que ao campo indicador de presença foi adicionada uma 5ª opção “Operação presencial, fora do estabelecimento”. Isso diz respeito a vendas ambulantes, mostrando como as notas buscam cada vez mais se adequar à realidade do comércio e sua evolução orgânica no mundo real.

Um novo grupo foi criado, o “Rastreabilidade de produto”, que serve para produtos sujeitos a regulações sanitárias, para que eles sejam rastreados. Exemplos disso são produtos veterinários, odontológicos, remédios e bebidas. O mesmo serve para produtos que sofreram recall, e também agrotóxicos. O grupo pede as informações de lote e data de fabricação. Aqui, um aspecto interessante é da abrangência às necessidades específicas de determinados produtos. Isso é valioso como conhecimento para fornecedor e consumidor, sem falar das medidas de segurança envolvidas.

Outro campo criado é o “Fundo de Combate à Pobreza”, que deve ser preenchido para operações internas ou interestaduais com substituição tributária. Foi também criado o campo “Grupo Total da NF-e”, onde será fornecido o valor total do IPI (Impostos sobre Produtos Industrializados). Ele é usado quando há a devolução de mercadoria por estabelecimentos que não contribuam com essa taxa.

O campo “Grupo X-Informações do Transporte da NF-e” agora aceita duas novas modalidades, o Transporte Próprio por Conta do Remetente e o Transporte Próprio por Conta do Destinatário. O campo “Formas de Pagamento” agora se chama apenas “Pagamento”, onde também está incluso o valor do troco, enquanto o campo “Forma de Pagamentos do Grupo B” não existe mais.

Foi criado ainda, no campo de “Medicamento”, uma área para informar o código de produto da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para remédios e matérias-primas farmacêuticas. Também foram retirados os campos específicos de medicamento, os quais, agora, integram o “Grupo Rastreabilidade de Produto”. Há também o “Grupo LA” que recebe o campo para indicar os percentuais de mistura do GLP.

Detalhes técnicos sobre cada campo e alteração podem ser vistos na NT. Para o contador e o empreendedor, as mudanças significam atualização de sua plataforma de emissão e preenchimentos novos, embora muitos deles sejam cálculos automáticos. É importante estar a par de como tudo acontece, a fim de saber se não há nada errado com as emissões de uma empresa. Além disso, há detalhes técnicos envolvendo novas regras, alterações de campos e validações sendo feitas de forma diferente, algo que não é simples de se considerar manualmente, daí a importância de um sistema de confiança. A comunicação com o SEFAZ sofre mudanças sempre e é complexo estar atualizado.

Considerando todas essas mudanças, a verdade é que se deve levar em conta que essa é uma medida que começou há mais de dez anos, e vem sempre se renovando e se tornando cada vez mais um reflexo da realidade. O que o consumidor precisa saber, assim como SEFAZ e emissor, está lá, devidamente categorizado e organizado. Há uma importância clara no uso das documentações eletrônicas, que é a da praticidade em se adequar com velocidade, sem custo adicional para a empresa, e sem dor de cabeça diante da legislação.

Como sociedade evoluímos sempre, e a tecnologia vem acompanhar nossos passos para lidarmos com o mundo de uma maneira mais prática e rápida, e mesmo que muito disso seja automático, é importante estar atento para demandar correções, e entendendo-as, se aproveitar da tecnologia para um maior desenvolvimento no mercado. Isso ressalta ainda mais a necessidade de um bom e confiável emissor de notas, que garanta todas as adequações para seu serviço.

Adão Lopes — CEO da VARITUS Brasil

Fonte Administradores.com.br

Aug 09

Fazenda alcança marca de 1 milhão de notas fiscais eletrônicas emitidas em um dia

nota-do-consumidorA Secretaria de Estado da Fazenda alcançou, neste final de semana, a marca de 1 milhão de Notas Fiscais do Consumidor Eletrônica (NFC-e) emitidas pelo comércio varejista em um único dia. Com o comércio aquecido às vésperas do Dia dos Pais, foram emitidas neste sábado, dia 05, 1 milhão e 25 mil notas, número recorde desde a implantação do documento eletrônico em Goiás há pouco mais de um ano. O balanço foi divulgado nesta segunda-feira,dia 07, pela Gerência de Informações Econômico-Fiscais.

Lançada em junho do ano passado pela Sefaz, a Nota do Consumidor Eletrônica já teve a adesão de mais de 12.300 empresas. Até janeiro do ano que vem, todos os estabelecimentos varejistas goianos já terão que emitir a NFC-e, conforme calendário de implantação definido pela Receita Estadual em 2016. No mês passado, a emissão da NFC-e passou a ser obrigatória para todos os contribuintes do regime normal de tributação. Já as empresas do Simples Nacional têm até janeiro do ano que vem para adotar o documento eletrônico do consumidor.

“Com a inclusão das empresas do Simples, nós fecharemos o cronograma de implantação que teve início em janeiro deste ano com as novas empresas e os postos de combustíveis”, ressalta o gerente de Informações Econômico-Fiscais, Leonardo Meneses. Antes, porém, houve um período de seis meses de emissão voluntária – de janeiro a dezembro do ano passado – prazo concedido pela Sefaz para transição.

O auditor fiscal ressalta, ainda, que muitas empresas estão se antecipando ao prazo final de obrigatoriedade e adotando a NFC-e devido às vantagens que ela oferece. Com o documento na versão eletrônica em substituição a documentos fiscais tais como o cupom fiscal emitido pelo ECF e a nota fiscal modelo 2, “há redução de custos, maior agilidade ao varejista, além de maior segurança, tanto para ele quanto para o consumidor e a Sefaz”, ressalta Leonardo. Nesse sentido, a emissão da nota do consumidor tem crescido mês a mês, independente da obrigatoriedade da empresa, o que reflete também a boa aceitação do segmento varejista.

Com a NFC-e, que foi mais um passo dado pela Sefaz no sentido de desburocratizar e simplificar as operações com mercadorias, os dados da comercialização são repassados automaticamente à Sefaz podendo ser consultados pelo consumidor por meio do site www.sefaz.go.gov.br, no banner Notas Fiscais. A integração do sistema com o da Nota Fiscal Goiana – programa que sorteia 151 prêmios mensais em dinheiro – é outra vantagem para o consumidor. Basta que ele peça a inclusão do CPF na nota fiscal que, em pouco tempo, ela já estará apta a contar pontos.

Credenciamento – Se a empresa já emite a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), o credenciamento na Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica é automático, tendo, apenas que adaptar o programa emissor fiscal. Para aquelas que não emitem a NF-e, é preciso fazer um credenciamento no site www.sefaz.go.gov.br (banner Notas Fiscais). Clique aqui para ver os passos que devem ser seguidos.

Fonte
Comunicação Setorial – Sefaz

Aug 02

6 Novidades sobre documentos fiscais eletrônicos que abrirão inúmeras possibilidades de negócio

Já parou para pensar que estamos no meio do ano de 2017?

Parece que ontem ainda estávamos comemorando a chegada deste novo ano. Sim, o tempo passa depressa, e o que você fez até aqui?

Este ano nos trouxe muitas novidades no âmbito dos Documentos Fiscais Eletrônicos e estas novidades continuarão se estendendo por 2018 com certeza.
Unificação do Layout da NFSe

NFSe (Nota Fiscal de Serviço Eletrônica) é um documento administrado pelas Prefeituras, onde elas costumam disponibilizar algum sistema online para a emissão ou pode ser desenvolvido um sistema de comunicação para a emissão. A dificuldade dos desenvolvedores estava justamente em seu layout onde cada município costumava possuir um diferente, Tornando burocrático o processo e deixando inviável de realizar as emissões dos documentos pelo sistema gerencial da empresa.

A grande expectativa dos desenvolvedores está na informação que foi lançada ainda ao final de 2016 com um projeto onde será unificado os layouts para a emissão da NFSe tonando um padrão em Ambiente Nacional.

A previsão é que seja implantado nos primeiros Municípios até Dezembro de 2017.

Comercialmente como isso pode melhorar suas vendas?

Para você desenvolvedor ter um sistema para acobertar a NFSe em diversos municípios exigia muito trabalho e consequentemente você não conseguia abranger muitas localidades. Agora com a unificação dos layouts você poderá suprir a necessidade de diversas Cidades de todos os Estados aumentando o faturamento com uma nova modalidade para seus clientes.

Mas por que motivo vão adquirir um sistema se a Prefeitura disponibiliza ele gratuitamente?

Digamos que é a mesma situação de pessoas optarem por um sistema de emissão de NF-e modelo 55 mesmo a Sefaz disponibilizando um emissor Público. É a visão de melhorias destas empresas, que investem em sistemas para agilizar o controle e a regra de negócio delas. Os sistemas públicos de emissões costumam ser lentos e mais manuais de se utilizar, exigindo mais tempo do usuário para emitir um documento. Por isso optar por sistemas pode agilizar muito, as emissões e controle destas notas. São com certeza empresas que estarão a frente do mercado por investirem em tecnologias para melhorar o seu negócio.

Novo Modelo CT-e (67) para transporte de Pessoas

A nova versão 3.00 do CT-e traz consigo uma grande novidade, que é o modelo 67 do Conhecimento de Transporte Eletrônico visando substituir a Nota Fiscal de Serviço de Transporte modelo 7 que atualmente é utilizado para Transporte de Pessoas, Valores e Excesso de Bagagem.

Nesta versão do CTe será atendido especificamente as prestações de serviço de Transporte de Pessoas, com a possibilidade de ser expandido futuramente para os outros serviços.

Vale ressaltar que esta modalidade do CTe-OS (Conhecimento de Transporte eletrônico para Outros Serviços) visa substituir o modelo NFST modelo 7 que hoje é utilizado pelas agências de viagem ou por quaisquer transportadores que executarem serviços de transporte intermunicipal, interestadual e internacional de turistas e de outras pessoas, em veículos próprios ou afretados;

Para ficar mais claro, vamos utilizar o exemplo de estudantes que contratam um serviço de transporte de uma empresa para a deslocação até a faculdade em outra cidade. Esta empresa agora precisará utilizar o CTE-OS para a emissão da Nota Fiscal de Serviço de Transporte.

Comercialmente como isso pode melhorar suas vendas?

Como tudo em nossos dias vem sendo substituído pela tecnologia, esta notícia vem de encontro a um excelente benefício a você desenvolvedor, que atende, ou pretende atender transportadoras. Agora você poderá expandir sua empresa, acrescentando ao seu software a modalidade para emissão do CTe-OS.

Novo modelo para Bilhete de Passagem Eletrônico ­(63) – BP-e

No dia 07 de abril de 2017, a CONFAZ e o Secretário da Receita Federal do Brasil em uma reunião realizaram o ajuste para o Bilhete de Passagem modelo 63 onde poderá ser utilizado, a critério da unidade federada, pelos contribuintes do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre a Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação ­ ICMS em substituição:

I ­ ao Bilhete de Passagem Rodoviário, modelo 13;

II ­ ao Bilhete de Passagem Aquaviário, modelo 14;

III ­ ao Bilhete de Passagem Ferroviário, modelo 16;

IV ­ ao Cupom Fiscal Bilhete de Passagem emitido por equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF).

Para ficar mais claro o BP-e será utilizado para documentar as prestações de serviço de transporte de passageiros.

Comercialmente como isso pode melhorar suas vendas?

É mais uma super chance de você desenvolvedor aumentar seu faturamento disponibilizando um novo sistema para a emissão do Bilhete de Passagem, atendendo empresas do ramo onde a previsão de implantação do ajuste sinief 001-17 é a partir de Janeiro de 2018.

Informação do Troco na NFCe (65)

Com a criação do novo layout 4.00 da NF-e/NFC-e surge também a novidade para inserção do campo do Troco, onde anteriormente precisava ser informado em campos alternativos da nota.

A maioria dos clientes utiliza o cupom para conferir esta informação e muitos desconfiam quando o valor não está presente e por isso agora possuindo esta informação dará mais segurança ao consumidor de que o estabelecimento que seu software atende, está sim lhe devolvendo o troco correto.

Este campo terá validação da Sefaz, e caso não seja o valor correto, entre o pago e o devolvido, a nota não será autorizada e consequentemente não será impressa.

Informação para Rastreabilidade do Produto NFe e NFCe (55/65)

Com a criação do novo layout 4.00 foi acrescentado um novo grupo para permitir a rastreabilidade de qualquer produto sujeito a regulações sanitárias, casos de recolhimento/recall, além de defensivos agrícolas, produtos veterinários, odontológicos, medicamentos, bebidas, águas envasadas, embalagens, etc.

A Rastreabilidade de um produto serve para saber “o que”, “de onde” e “para onde” foi, garantindo assim a segurança do mesmo pois através das informações se tem mais rapidez e eficácia na retirada de produtos do mercado em caso de situação de risco.

Para as empresas, possuem grandes vantagens como poder controlar e assegurar a qualidade e o valor dos seus produtos levando informações ao consumidor como número de lote, data de fabricação/produção, data de validade, etc.

Comercialmente como isso pode melhorar suas vendas?

A INFORMAÇÃO DO TROCO e a RASTREABILIDADE dos produtos são campos que serão obrigatórios conterem em seu layout da nova versão. Com isso, você precisará atualizar seu sistema e consequentemente fazer esta atualização nos clientes que você atende. Dependendo da sua regra de negócio, você poderá cobrar um adicional pela nova versão da 4.00.

Informação para Transporte de produtos classificado pela ONU como Perigosos MDFe (58)

São muitos segmentos de transporte que fazem a carga de produtos Perigosos, porém o mais utilizado para estes produtos sem dúvida é o Rodoviário. Consequentemente temos em nossas vias um grande fluxo destes transportes onde o risco de vazamentos, afeta diretamente nosso meio ambiente.

A legislação de quase todos os Estados determina que todos os veículos que transportam produtos perigosos devem portar informações que facilitem a identificação dos produtos transportados e de seus respectivos riscos e com a implantação do novo layout do MDF-e 3.00 agora teremos em nosso Manifesto de Documentos Fiscais Eletrônicos a informação deste produtos, como o Número ONU e a Classe de risco, que são dados importantes para a transportadora, e até mesmo quando parado em uma fiscalização.

É considerado produtos perigosos por exemplo, os Explosivos, Gases, Líquidos Inflamáveis, Substâncias Oxidantes, Tóxicas, Infectantes, Substâncias corrosivas, Material Radioativo, etc.

Comercialmente como isso pode melhorar suas vendas?

Nem todos os softwares disponíveis no mercado possui esta funcionalidade para atender empresas que transporta este tipo de “Material Perigoso”, pois isso incluir esta opção em seu sistema você poderá começar a atendê-las aumentando assim o faturamento de sua empresa.

Via nfsecnologia

Jul 21

SPC Brasil lança plataforma gratuita de emissão de nota fiscal eletrônica

O Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) lançou uma plataforma tecnológica que ajuda os empresários a evitar problemas com o fisco. Trata-se do SPC NFe, uma rede social corporativa desenvolvida em parceria com a empresa Gosocket, que otimiza, de forma gratuita, os processos de controle de notas fiscais eletrônicas, como emissão e manifesto do destinatário (MDe). Outra funcionalidade da plataforma é o armazenamento dos arquivos das NFe em um sistema seguro e disponível 24 horas por dia para consultas, inclusive com a possibilidade de importação do histórico de dados. Neste último caso, a funcionalidade é gratuita nos seis primeiros meses de uso.

Embora a emissão de notas fiscais eletrônicas seja uma realidade para grande parte do empresariado – segundo a consultoria Billentis neste ano serão mais de 15 bilhões de NFe emitidas apenas na América Latina, região em que o Brasil assume a liderança – muitos empresários não sabem que é obrigatório por lei armazenar esses documentos em formato XML por pelo menos cinco anos, contando ainda o ano corrente da transação. “É imprescindível manter os arquivos organizados para que sejam facilmente encontrados, caso a Secretaria da Fazenda ou os fiscais da Receita Federal queiram fazer uma vistoria no estabelecimento”, afirma o superintendente de Novos Negócios do SPC Brasil, Magno Lima.

Se o arquivo requerido pela Receita Federal – tanto de compra, venda ou serviços não estiver devidamente armazenado no formato XML, o fisco pode aplicar multas. Some-se a esse problema o cruzamento de dados que a Receita Federal costuma fazer nas transações entre empresas. Ou seja, se surgir alguma disparidade nas informações declaradas, é provável que ele procure tanto o fornecedor como o cliente e quem não tiver essas notas armazenadas, provavelmente sofrerá sanções financeiras.

“Alguns empresários acreditam que é papel do contador fazer o armazenamento desses documentos, mas não há obrigação legal alguma do contador para esse tipo de tarefa, recaindo qualquer responsabilidade pela não disponibilidade dos documentos ao empresário”, alerta Magno Lima.

Para Mario Fernández, sócio-diretor da Gosocket, a plataforma trará benefícios operacionais em serviços financeiros para os associados da Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL), principalmente após a decisão da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo em descontinuar com a plataforma gratuita SEFAZ. “O mercado brasileiro de Nota Fiscal Eletrônica é muito maduro, uma vez que é um sistema obrigatório há vários anos no país, mas muitas empresas têm dificuldades no processo de emissão e armazenamento. A parceria entre a Gosocket e o SPC Brasil atingirá um número significativo de lojistas com serviços facilitadores como emissão de NFe gratuita para pequenas empresas e recepção das NFe”, explica.

Além de otimizar os processos de controle das notas fiscais, no futuro, o SPC NFe também disponibilizará outros recursos como integração eletrônica de Dados (EDI), ordem de pagamento eletrônica (EPO), antecipação de recebíveis soluções de pagamentos eletrônicos e marketplace. Para adquirir a nova solução o empresário interessado deve associar-se ao SPC Brasil.

Fonte Ultimoinstante

Jul 12

Duplicata Eletrônica agilizará os negócios

Empresas que atuam no mercado financeiro e realizam operações de desconto de duplicatas e factoring sentiam necessidade de um documento como esse
No final do mês passado, o ENCAT – Encontro Nacional de Coordenadores e Administradores Tributários Estaduais, lançou, em seu evento trimestral em Palmas (TO), um novo modelo de Duplicata Eletrônica (D-e). O documento será apresentado às Secretarias da Fazenda de todos os estados para aprovação na próxima reunião do Pré-Confaz, em busca de aprovação.

Esse é mais um passo em direção à modernização empresarial por meio da documentação eletrônica. Empresas que atuam no mercado financeiro e realizam operações de desconto de duplicatas e factoring sentiam necessidade de um documento como esse, e foi atendendo a essa demanda que o ENCAT surgiu com a proposta.

O órgão é um fórum de estímulo a cooperação fiscal e intercâmbio de melhores práticas do Fisco Estadual, sendo a entidade responsável pela Coordenação Nacional dos Projetos de Documentos Fiscais Eletrônicos no Brasil. É deles a responsabilidade pela Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e), etc.

Eles vêm atuando nos últimos anos em busca de modernizar e tornar mais práticas a lida com documentos dentro das empresas. A segurança das transações comerciais só se ampliou após o início da implementação desses documentos, e o empresário e contador só tiveram a ganhar.

A simplificação trazida por esses documentos e seus processos mudaram o modo do mercado lidar com sua documentação. Empresas se tornaram mais seguras, mais confiáveis, e o controle gerado dentro delas permitiu crescimento em diversos âmbitos. Tudo advindo de uma melhor gerência de documentos.

O próximo passo vem ampliar justamente a confiança que se tem em cima das empresas, por permitir uma informação financeira mais transparente. Estamos caminhando para um mundo de transações mais idôneas graças a isso.

A nova D-e foi aprovada por administradores tributários de todas as 27 Secretarias da Fazenda. Na prática, funcionaria assim: um ambiente para consultas via web seria disponibilizado, onde todas as duplicatas estarão disponíveis. As consultas podem ser feitas via certificação digital. O documento garantiria a idoneidade dos títulos de crédito cedidos pelas empresas a seus clientes.


Além disso, haverá um novo evento da NF-e que seria emitido pelas instituições financeiras e factorings para formalizar a cessão do título. Isso evita a duplicidade de um mesmo título para instituições diferentes. A NF-e terá um novo campo obrigatório para operações de venda a prazo, onde ela se ligará pelas informações à duplicata.

O intuito geral é agilizar processos de crédito para empresas, assim como reduções de taxas em vista da redução e risco. Com maior transparência sobre a situação fiscal, é possível ampliar a segurança de quem investe, e quando um novo investimento é solicitado, se sabe exatamente onde a empresa está na sua situação financeira, e se há grandes riscos em apostar nela.

Vivemos uma época onde a verdade anda de mãos dadas com a tecnologia e o progresso. Devemos investir cada vez mais em iniciativas assim, pois elas garantem o bem estar e durabilidade das empresas.

(*) Adão Lopes é mestre em tecnologia e CEO da Varitus Brasil

Fonte CIO.com.br

Jun 27

Contribuinte que pedir nota fiscal na Capital receberá 5% do ISS

Licitação para contratar empresa que vai modernizar sistema foi lançada
O programa de nota fiscal premiada pretende devolver 5% do valor do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN) ao contribuinte que solicitar a nota fiscal do prestador do serviço.

De acordo com o secretário municipal de Finanças e Planejamento, Pedro Pedrossian Neto, o modelo adotado na Capital será semelhante à Nota Fiscal Paulista, do Estado de São Paulo, em que a devolução é feita por meio do Cadastro de Pessoa Física (CPF) inscrito na nota.

O que muda, explicou o secretário, são os percentuais. No Estado vizinho, o desconto é feito sobre o Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ICMS). “Inicialmente, para incentivar o consumidor, o Estado de São Paulo devolvia até 25% sobre o valor da nota. Então, chegou um momento que começou a ficar caro e eles tiveram que voltar atrás”, disse.

Foi publicado na edição de quarta-feira (14) do Diário Oficial de Campo Grande (Diogrande) o aviso de licitação que contratará empresa responsável pela modernização do sistema informatizado de gestão tributária municipal e pela implantação da nota fiscal eletrônica no Município de Campo Grande.

*Leia reportagem, de Renata Prandini e Daniella Arruda, na edição de sábado/domingo do jornal Correio do Estado.
Fonte Correio do Estado

Jun 21

Varejistas de MS já emitiram 15 milhões de notas fiscais eletrônicas

Resultado de imagem para varejistasCom o objetivo de modernizar e facilitar a vida do contribuinte, a nota fiscal de consumidor eletrônica (NFCe) surge como a substituta da nota fiscal em papel e vem causando uma verdadeira revolução nas operações comerciais de venda de mercadoria.

De acordo com a assessoria de imprensa do governo estadual, ao mesmo tempo que reduz custos de obrigações aos contribuintes, possibilita o aprimoramento do controle fiscal pelas administrações tributárias. No Mato Grosso do Sul, a Secretaria de Fazenda (Sefaz) informa que os comerciantes varejistas já emitiram cerca de 15,4 milhões desde o início das operações em outubro de 2016, sendo 13 milhões somente em 2017.

Foram 481.850 em outubro, 656.154 em novembro, 1.075.644 em dezembro, 1.234.518 em janeiro, 1.595.439 em fevereiro, 2.353.124 em março, 2.727.608 em abril, 3.533.827 em maio e 1.715.017 até o dia 13 de junho.

O novo formato da nota fiscal foi disponibilizado no dia 1º de agosto de 2016, com o objetivo de agilizar a vida de consumidores e contribuintes. Desde o início das operações do novo sistema, em outubro de 2016, já são 1.718 comerciantes habilitados. Dados da Sefaz revelam ainda que os consumidores já podem encontrar as notas fiscais do consumidor eletrônica em 75 municípios do Estado.

O Secretário de Fazenda, Marcio Monteiro, reforça o impacto positivo ao meio ambiente e explica que com a emissão eletrônica, os dados são armazenados em tempo real, ou seja, a cada venda que o comerciante efetua, os dados ficam cadastrados automaticamente na base de dados da secretaria. “É muito mais ágil, tem impacto positivo ao meio ambiente porque reduz o consumo de papel e padroniza procedimentos eletrônicos. Todos só têm a ganhar com a inovação”, declarou Monteiro.

Obrigatoriedade
De acordo com o gestor da NFC-e, Edson Ochigame, o decreto nº 14.508/16, informa que a partir deste ano a emissão eletrônica será obrigatória a todos os contribuintes varejistas com faturamento superior a R$ 180 mil anuais. Ele explica que apesar disso, ainda é possível emitir cupom fiscal eletrônico, mas o processo de migração iniciou em março. Os empresários varejistas que ainda estão dentro do prazo, também podem emitir, bastando apenas fazer a adesão voluntária antecipada no site da Sefaz.

“O novo sistema foi pensado para trazer simplificação ao consumidor. Para a adesão voluntária, o comerciante precisa cumprir alguns requisitos como ter um software autorizado, que o lojista compra ou desenvolve; estar inscrito no programa ICMS Transparente; ter um certificado de assinatura digital; e executar o cadastro de credenciamento no ambiente teste que está disponível no site da Sefaz”, informou Ochigame.

Consumidor pode consultar NFC-e pelo QRCODE
As novas notas fiscais do consumidor eletrônicas podem ter sua autenticidade conferida pelos consumidores. Está disponível a consulta via leitura do QR Code impresso no documento fiscal auxiliar (Danfe). A NFC-e tem substituído o cupom fiscal na maioria dos estados.

May 31

Site da Nota Fiscal Eletrônica terá versão atualizada

A partir do dia 1º de julho, serão atualizadas as versões dos emissores gratuitos de Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) e do Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e). A atualização será possível graças a uma parceria da Secretaria da Fazenda com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas em São Paulo (Sebrae-SP).

O acompanhamento permanente da Fazenda permitiu verificar que, com a gradual adesão das empresas a outros sistemas, a maioria dos documentos fiscais eletrônicos não é mais gerada pelo emissor oferecido pela Secretaria. Além disso, a procura ao emissor do Fisco diminuiu em razão da oferta de soluções modernas de emissores gratuitos oferecidos pelo próprio mercado.

“No início, desenvolvemos o emissor gratuito para facilitar a implantação dos projetos do CT-e e da NF-e, que substituiu a nota fiscal em papel modelo 1 ou 1A, usadas para operações com mercadorias entre empresas. Acreditamos que o software cumpriu seu papel e que transferi-lo ao Sebrae-SP é uma importante medida para garantir que os micro e pequenos empresários que desejarem ainda continuem utilizando soluções sem custo”, destacou Luiz Claudio Rodrigues de Carvalho, coordenador da Administração Tributária da Secretaria da Fazenda.

O convênio com o Sebrae prevê que o órgão, além de disponibilizar, irá atualizar as versões do aplicativo para as empresas. Dessa forma, a parcela de contribuintes que ainda utiliza os emissores gratuitos desenvolvidos pelo Fisco paulista continuará a ser atendida pelo Sebrae-SP.

fonte: Portal do Governo de SP

Mar 09

Doria anuncia sorteio mensal de R$ 1 milhão na nota fiscal paulistana

O prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), vai anunciar nesta quinta-feira (2) o programa “Sua Nota Vale 1 Milhão”, que irá sortear mensalmente R$ 1 milhão entre os contribuintes cadastrados que pedirem a nota fiscal de serviços, documento emitido pelos prestadores de serviço, dentro do que até agora era conhecido como Programa Nota Fiscal Paulistana.

A marca da nota fiscal eletrônica passa a ser Nota do Milhão. O sorteios serão feitos pela Caixa Econômica Federal, com transmissão ao vivo pela internet, e o primeiro será no dia 5 de abril.

A Nota Fiscal Paulistana vale apenas na capital e toma por base o Imposto sobre Serviços (ISS), aquele que é cobrado sempre que o contribuinte contrata ou consome atendimento de profissionais liberais como médicos, engenheiros, advogados, ou paga contas em cabeleireiros e estabelecimentos como pet shops, lava-rápidos, academias e autoescolas.

Também vale para creches, colégios, faculdades, cursos de idiomas, construtoras, hotéis e motéis, oficinas mecânicas, estacionamentos, lavanderias, empresas de vigilância e limpeza.
Até agora, a Nota Fiscal Paulistana gerava créditos de parte do imposto pago para abatimento do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) do ano seguinte, transferido para conta corrente ou poupança. Também dava direito a sorteio de prêmios. A Prefeitura deve explicar nesta quinta-feira o teor completo das mudanças.

A Nota Fiscal Paulistana é diferente da Nota Fiscal Paulista, do governo estadual, válida nas 645 cidades paulistas, e emitida sempre que o contribuinte compra produtos sobre os quais incide o Imposto Sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

fonte: Globo.com

Mar 03

Lojas devem inserir CPF na Nota em compras acima de R$ 500

Os estabelecimentos comerciais no Estado da Paraíba deverão inserir o número do CPF dos consumidores na Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e) para compras com valor igual ou acima de R$ 500. A medida passa a ser obrigatória somente a partir do dia 2 de maio deste ano. A portaria 23/2017 GSER com o novo valor já foi publicada no Diário Oficial Eletrônico da Secretaria de Estado da Receita (Doe-SER).

Nota-fiscal-eletrônicaAtualmente, a obrigatoriedade de identificar o consumidor na emissão de Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica (NFC-e) é de valores acima de R$ 10 mil. A redução do valor tem como objetivo garantir maior segurança, transparência e controle das compras acima desse novo valor e evitar fraudes.

A nova medida também vai facilitar a consulta e a recuperação por parte dos consumidores de notas eletrônicas ao consumidor perdidas, por meio do portal SERvirtual da Receita Estadual (www.receita.pb.gov.br/servirtual).

De acordo ainda com o texto da portaria, a inserção do CPF na Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e) deverá ocorrer em três situações. A primeira nas operações com valor igual ou superior a R$ 500,00.

A outra exigência inclui, ainda, as entregas de produtos em domicílio, hipótese em que deverá constar a informação do respectivo endereço. A terceira situação ocorre nas vendas do varejo com valor inferior a R$ 500. Neste caso, o consumidor poderá solicitar, por conta própria, a inclusão do CPF na Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica no ato da compra.

A legislação permite que cada Estado tenha autonomia para estabelecer o valor mínimo para inserir o CPF na NFC-e. Outras unidades da federação já reduziram o valor na nota fiscal com exigência de CPF como, por exemplo, o Ceará (R$ 200,00) e a Bahia (R$ 600,00). A legislação que embasa a portaria é o decreto 37.216/2017 e o ajuste SINIEF (Sistema Nacional de Informações Econômicas e Fiscais) 19/2016.

fonte: MaisPB

Feb 01

Emissão da Nota Fiscal Eletrônica deixa de ser gratuita

A emissão da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) é uma obrigação para todas as empresas brasileiras, independentemente de seu porte. Até o final de 2016, esse serviço era oferecido, de forma gratuita, pela Secretaria de Estado da Fazenda de São Paulo.

img86_39053_20130628O órgão tem uma plataforma responsável pelo procedimento e permitia que qualquer corporação tivesse acesso a ela, sem qualquer custo. Porém essa iniciativa foi descontinuada desde o último dia 1º de janeiro.

Diante desse novo cenário, a Fecomércio MG buscou alternativas que fossem interessantes para seus representados do ponto de vista prático e financeiro. Em parceria com a Sage, maior companhia mundial no segmento de softwares para pequenas e médias empresas, passa a oferecer um sistema emissor de Nota Fiscal Eletrônica, totalmente on-line.

De forma simples – basta estar em local com acesso à internet – e a um custo vantajoso, é possível obter os documentos digitais de produto (NF-e), serviço (NFS-e), do consumidor (NFCe), assim como o conhecimento de transporte eletrônico (CTe), todos emitidos com certificado digital.

De acordo com o gerente de Gente e Gestão da Fecomércio MG, Hildebrando Vasconcelos, há empresas mineiras que possuem software próprio para a emissão das notas, mas é grande o número das que precisariam procurar um emissor, com o fim do serviço gratuito.

“Nós fizemos essa busca e conseguimos uma parceria muito vantajosa. No mercado, encontram-se mensalidades que variam de R$ 49 a R$ 150, aproximadamente. Nossos representados terão acesso ilimitado ao serviço de emissão do documento a partir de R$ 15 ao mês”, informa, lembrando que o associado deve estar em dia com as contribuições patronais para utilizar o benefício.A entidade, por meio da Sage, oferece um rol de produtos, que inclui software de gestão e consultoria tributária.

“A empresa pode escolher se quer apenas a emissão da Nota Fiscal Eletrônica ou um pacote maior de serviços, todos com valores diferenciados para os representados pela Fecomércio MG”, completa Vasconcelos.

Há, também, uma equipe especializada para dar suporte aos empresários e contadores, via chat ou telefone, entre outras vantagens.

Fonte: Linkcomunicação

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